Thursday, March 18, 2010 21:49

BAMBI 2 – ARTIGO ESPECIAL

Postado por Animaluco em Thursday, April 7, 2005, 19:03
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A magia de um dos filmes de animação mais adorados e consagrados de todos os tempos ganha vida nas telas mais uma vez com Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta, da Walt Disney Pictures. Produzido ao longo de quatro anos pelo DisneyToon Studios com o cuidado de se reproduzir a beleza, a emoção e humor do clássico de animação original de 1942, Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta marca a volta, depois de mais de 60 anos, de personagens adorados como Bambi, o Grande Príncipe da Floresta, Tambor, Flor, Faline e o Amigo Coruja. Esses inesquecíveis habitantes da floresta contam agora com novos amiguinhos especiais que acrescentam ainda mais diversão e novas aventuras a esta narrativa clássica.

Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta conta a história do amadurecimento do jovem príncipe cervo no período que se segue à morte de sua mãe, quando ele descobre que seu pai é o respeitado Grande Príncipe da Floresta. Com uma mensagem inspiradora de coragem, esperança e renovação, o filme se concentra na relação inicialmente constrangedora entre o jovem e alegre filhote de cervo e seu pai altivo, e na sua jornada conjunta para superar a dor, quando descobrem, um no outro, algo maravilhoso e inesperado: uma família.

Canções emocionantes e memoráveis acrescentam ainda mais energia a esta celebração do amor e da vida, na voz da cantora vencedora de vários Grammys®, Allison Krauss, da intérprete eleita Cantora do Ano de 2004 pela Country Music Association, Martina McBride, do vencedor do Grammy®, Richard Marx, do vencedor do Oscar® e do Grammy®, Dean Pitchford, do compositor country líder das paradas, Marcus Hummon, e da cantora e compositora, Michelle Lewis.

Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta é dirigido por Brian Pimental, cujos créditos como roteirista e artista de storyboard incluem Tarzan e Pateta – O Filme (A Goofy Movie), e produzido por Jim Ballantine (The Ren & Stimpy Show). O filme é dublado por Patrick Stewart (Star Trek: Next Generation, X-Men), Alexander Gould (Procurando Nemo/Finding Nemo) e Brandon Baerg (Yes, Dear). Andreas Deja, animador veterano cuja ilustre carreira inclui a criação de fenômenos de animação Disney consagrados pelo público e pela crítica, como O Rei Leão (The Lion King), A Bela e a Fera (Beauty e the Beast), Aladdin e Lilo & Stitch, foi o consultor de animação do filme.

A produção de Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta teve início em setembro de 2001, no estúdio DisneyToon, de Glendale, Califórnia, onde foram realizadas as etapas de roteirização, storyboarding, desenho de personagem e as gravações da banda dublada. As cenas foram, então, enviadas aos estúdios DisneyToon da Austrália para o trabalho de layout, animação e cor, antes de retornar aos EUA para a fase de pós-produção.

No início da história, o Grande Príncipe da Floresta (dublado por Patrick Stewart) vai se aconselhar com o Amigo Coruja (Keith Ferguson) sobre a procura de uma boa corsa para cuidar seu filho órfão de mãe, Bambi (Alexander Gould). Embora o cervo majestoso esteja convencido de que criar um filhote não é trabalho para um Príncipe, acatando a sugestão do sábio Amigo Coruja, ele concorda, a contragosto, em cuidar de Bambi por alguns meses até a chegada da primavera. Pouco habituado costumado a passar tempo na companhia de jovens, o Príncipe tenta com a maior boa vontade – embora de uma maneira um pouco rígida – ensinar ao filho os segredos da floresta e também as responsabilidades da posição importante que Bambi herdará um dia.

Embora Bambi tente desesperadamente provar seu valor ao pai, sua curiosidade juvenil, seu jeito naturalmente brincalhão e sua vontade de estar com os seus amiguinhos Tambor (Brendon Baerg) e Flor (Nicky Jones) acabam sempre atrapalhando. Mas Bambi também observa de longe com uma certa inveja quando os amigos recebem abraços carinhos, ou mesmo broncas, de suas mães. Quando confunde a imitação de cervo de um caçador com o chamado de sua mãe, Bambi se afasta sozinho e se vê encurralado por um bando de cães de caça raivosos, até que o pai chega bem na hora para afugentá-los. Para Bambi, a experiência angustiante o faz lembrar da sua perda terrível, mas ao mesmo tempo o põe em contato com o espírito de sua mãe.

À medida que Bambi e o Grande Príncipe passam mais tempo juntos, o abismo entre eles vai se estreitando. Bambi demonstra lampejos da coragem e a destreza física que ainda virá a possuir, enquanto a altivez impenetrável do Príncipe começa a ceder, quando ele passa a se lembrar da própria juventude e da alegria de uma simples brincadeira. Quando pai e filho começavam a ficar à vontade com essa ligação recém-estabelecida entre eles, entretanto, chega a hora de Bambi ir embora com sua nova mãe adotiva. Desanimado, Bambi parte rumo a um novo capítulo em sua vida, quando, então, é levado a provar que é corajoso e que aprendeu os ensinamentos de seu pai de uma maneira que impressiona até mesmo o Grande Príncipe. Bambi está crescendo.

SOBRE A PRODUÇÃO

Toda a equipe envolvida na produção estava consciente da tarefa hercúlea que seria a criação de uma continuação para Bambi, um filme cuja beleza e história lendárias permanecem vivas nas mentes de várias gerações de cinéfilos. E ninguém tinha mais consciência disso que o diretor, Brian Pimental. “Era um projeto intimidante”, afirma Pimental. “Visualmente, trata-se do modelo ao qual todos nós, animadores, aspiramos chegar algum dia. Ele foi feito numa época em que os filmes de animação estavam no seu auge artístico.”

“A pressão em cima da gente era enorme”, acrescenta o produtor Jim Ballantine. “Para qualquer Disneymaníaco, Bambi é um dos seus maiores clássicos. Era intimidante pensar que teríamos de atingir aquele patamar artístico.”

Mas embora a pressão para que se equiparassem ao original fosse enorme, era igualmente enorme a vontade que os cineastas tinham de dar continuação às aventuras de Bambi. Para Debbie Cramb, a produtora de unidade e supervisora de animação baseada em Sydney, Austrália, foi o projeto mais importante de sua vida. “Esse sempre foi o meu grande sonho”, afirma Cramb. “Bambi foi o primeiro filme que meu pai me levou para assistir, com quatro anos. Trabalhar nele foi o auge da minha carreira.”

Não é nenhuma surpresa, então, que a primeira coisa que os cineastas tenham feito tenha sido uma imersão total no Bambi original, a fim de conhecerem, a fundo, os elementos artísticos e dramáticos que o transformaram num clássico adorado pelo público. “Eu devo ter assistido ao filme mais de 100 vezes”, conta Pimental. “Eu o assistia uma vez por semana para gravá-lo na minha memória e para entrar no espírito da primeira história.”

O que mais impressionava Pimental era a forma simples, mas cheia de sentimento, com que a narrativa era contada. Na fase do desenvolvimento do enredo, ele ficava o tempo todo comparando o novo filme com a referência de excelência de seus precursores. “Vivíamos questionando nossas opções para a história, para garantir que ela fosse condizente com a original e não corrompesse os personagens”, afirma Pimental.

Isso significava passar longe das referências à cultura pop e das tiradas sarcásticas disparadas como rajadas de metralhadora, que se tornaram lugar comum nas comédias de animação atuais. “Muitas produções hoje só se interessam por piadas ou gags rápidas para fazer o público rir, e não por algo que venha exclusivamente do desempenho do personagem”, afirma Pimental. “Às vezes, o que as crianças mais curtem são justamente as coisas mais simples.”

O consultor de animação, Andreas Deja, observa: “Brian criou uma história ótima e manteve sua integridade. Ele mostrou que ainda é possível se entreter o público com emoções pueris e com inocência.”

Desde o início, os cineastas decidiram que, ao invés de a história começar decorrido algum tempo do final do primeiro filme, como geralmente acontece com as continuações, Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta se passaria na mesma época do original. “Queríamos uma história centrada naquele Bambi jovem do qual todo mundo se lembra”, explica Ballantine.

Pimental foi, então, beber na fonte original, o bestseller de Felix Salten, de 1923, Bambi: A Life in the Woods, à procura de idéias para sua história que não estavam presentes na adaptação cinematográfica de 1942. “Muitos elementos da nossa história foram tirados do livro”, comenta Ballantine, “incluindo a relação com o pai e a voz e o chamado dos cervos.”

Isso, contudo, criava um novo desafio para os cineastas: como lidar com trechos do enredo mais emocionalmente carregados. Embora o filme seja respeitado pelo virtuosismo de sua animação e por sua beleza pastoral, os espectadores se lembram, sobretudo, é da morte off-screen da mãe de Bambi, pelas mãos dos caçadores. Uma cena ousada e polêmica em sua estréia, em 1942, e que ainda permanece como um dos grandes momentos do cinema até hoje.

A PERDA DE UM JOVEM PRÍNCIPE

“Este é considerado, pela maioria das pessoas, como um dos momentos mais icônicos da história do cinema”, conta o produtor Jim Ballantine. “Desde o início, nós percebemos que seria impossível fazer uma continuação sem abordar o assunto de cara. O foco central da nossa história é o modo como Bambi supera a morte da mãe. E neste processo, descobrimos que seu pai também precisa superar essa perda e se abrir emocionalmente.”

“De início”, Pimental acrescenta, “estávamos relutantes em falar muito sobre a mãe. Pensamos em mencioná-la rapidamente e seguir adiante com a história. Mas ela nunca soava verdadeira. Parecia que o cerne da história revolvia em torno do momento em que Bambi descobre que a mãe não vai mais voltar. Como ele irá superar a perda da mãe, agora que vive com um pai emocionalmente fechado?”

Definido o enredo básico da narrativa, o obstáculo seguinte seria a criação dos diálogos dos personagens. O Bambi original continha falas com somente umas 800 palavras, um número inferior ao de qualquer outro longa-metragem narrativo já lançado pelos estúdios Disney. A história da passagem das estações na floresta é contada quase que inteiramente através de mudanças físicas, retratadas de uma forma brilhante, no desenho de seus habitantes.

“Os espectadores reconheciam as personagens através de seus movimentos e expressões”, observa Deja. “Isso deu espaço para que elas se estabelecessem através dos próprios desenhos. O texto da história foi simplificado por uma razão: ela era movida pela própria animação.”

Em parte devido à dificuldade técnica de se animar à mão a galhada majestosa do Grande Príncipe, no original, o patriarca da floresta é visto por pouco tempo nas telas e possui poucos diálogos. Cabia, então, aos criadores de Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta expandir o papel dessa figura imponente, mas um tanto enigmática. “A gênese do personagem foi a idéia de que ele era distante e muito severo”, afirma o produtor Ballantine. “A partir daí, tivemos de determinar até que ponto chegaria sua rigidez, e em que ponto ele desabaria. Em muitos casos, uma cena ficava melhor simplesmente com a eliminação dos diálogos, que eram substituídos por um suspiro ou por alguma expressão corporal ou facial. Tivemos a sorte de contar com ótimos animadores e com a voz de Patrick Stewart, que foi fundamental para transmitir tanto a rigidez e, ao mesmo tempo, uma grande ternura.”

À medida que a história ia tomando forma, os cineastas sentiam que estavam no caminho certo, mas que teriam de satisfazer o grupo de críticos mais severos que existe: as crianças. Por isso, enquanto o filme ainda se encontrava no processo de storyboarding, eles convidaram 100 crianças de um clube juvenil local para assistirem ao que não passava de uma “novela radiofônica ilustrada”: uma série de desenhos da forma de storyboards, acompanhados dos diálogos preliminares e da trilha. Para surpresa de Ballantine, conta ele, “todas ficaram hipnotizadas, prestando a maior atenção. Depois da apresentação, nós conversamos com elas e as bombardeamos com perguntas.”

Apesar da resposta francamente positiva desse público jovem, as crianças não tiveram pudor em manifestar seu desagrado com relação a um elemento da história. Originalmente, afirma Ballantine, o Porco-Espinho – um personagem baseado num vizinho idoso e ranzinza de Pimental quando ele era garoto – tinha uma propensão a sair contando piadas ruins e bobas. A gag recorrente não agradou aos críticos precoces. “As crianças acharam que as piadas eram… bem… sem graça”, conta Ballantine. “Portanto, embora tenha sido em grande parte uma confirmação de que estávamos no caminho certo, nós decidimos alterar o personagem. Nós o transformamos no tipo de vizinho rabugento, que fica com a sua bola quando ela cai no quintal dele.”

Com o roteiro finalizado com a ajuda dos roteiristas Roger Schulman, Nick Thiel e Alicia Kirk, era a hora de transformar o texto escrito nos desempenhos dos dubladores que dariam vida às personagens. Mais uma vez, o vulto do virtuosismo do Bambi original assomava.

“A pureza e inocência da voz de uma criança não podem ser imitadas”, comenta o diretor de diálogos, Jamie Thomason, acerca das vozes do filme de 1942. “Elas soavam naturais. Flor tinha um timbre doce, suave e tímido. Tambor era deliciosamente agitado e vivo. Vozes assim são milagres, só encontramos uma em milhões. Foi grande e emocionante o desafio para encontrarmos vozes semelhantes àquelas, tantas décadas depois.”

Mas Thomason e o elenco tiveram de fazer mais do que simplesmente reproduzir a qualidade das vozes do original. “Nós também tivemos de modernizá-las. Elas precisavam soar naturais aos ouvidos do público atual. Tínhamos de transmitir inocência, alegria e exuberância, mas criar algo divertido para as crianças e pais da geração atual. Não queríamos simplesmente produzir uma imitação do passado. O Grande Príncipe do original, por exemplo, era adequado para os tempos das novelas radiofônicas. Sua voz era altiva e solene. Era uma voz que soava adequada, mas uma voz assim nos dias de hoje não soaria direito. Ela pareceria forçada. No nosso filme, o Grande Príncipe tem um papel muito maior e fundamental, e com tantas nuances dramáticas que foi preciso Patrick Stewart para interpretá-lo em todas as suas sutilezas. Ele foi perfeito e na marca.”

O diretor Brian Pimental concorda. “O Grande Príncipe tinha o potencial de se tornar muito frio e sem vida. Patrick Stewart tornou-o mais afetuoso e, em cada fala do diálogo, revelava um pouco mais o interior do personagem. Foi só quando ele se juntou à produção que o personagem realmente adquiriu vida.”

A exemplo de literalmente todos os envolvidos no projeto, Stewart lembra de ter ficado profundamente abalado depois de assistir ao Bambi original, quando ainda era garoto, na Inglaterra. Mesmo assim, o premiado ator shakespeareano e astro do cinema e da TV tentou fazer sua caracterização vocal pessoal do Grande Príncipe, evitando, deliberadamente, assistir à versão de 1942 antes de entrar no estúdio para gravar a banda de dublagem. “Embora seja uma continuação, também é uma produção original, e eu e o estúdio achamos que deveríamos começar do zero.”

Stewart, também dublador de longas de animação como Jimmy Nêutron: O Menino Gênio (Jimmy Neutron: Boy Genius), Steamboy e Nausicaä of the Valley of the Wind, de Hayao Miyazaki, compara a técnica vocal do dublador de animação à do ator teatral. “Em termos vocais, é preciso uma energia muito maior e mais intensa do que você usaria num filme live-action convencional”, explica ele. “Por exemplo, um dos atrativos da nova história é que o Grande Príncipe é um indivíduo forte, dominante e bastante reprimido, que acaba se abrindo e se tornando mais acolhedor e generoso e abrindo espaço para as emoções em sua vida. É por isso que sua voz precisa ser tão expressiva, porque ela precisa transmitir toda essa transição complexa única e exclusivamente através do aparelho vocal.”

Na escalação do elenco de dubladores dos jovens personagens Bambi e Tambor, os cineastas procuravam crianças, cuja preparação vocal não interferisse em sua jovialidade natural. “Queríamos crianças que soubessem atuar, mas que mantivessem a inocência na voz”, relembra Pimental. As preces dos cineastas foram atendidas quando eles assistiram ao então recém-lançado Procurando Nemo (Finding Nemo). No ato, eles perceberam que Alexander Gould, que dubla o personagem-título, seria um Bambi perfeito.

“Alexander Gould passava uma energia enorme através da sua voz”, observa Thomason. “Ela transmitia uma doçura, sem ser infantil nem imatura demais. Seu desempenho passa um entusiasmo pueril tão incrível que a gente fica torcendo para que o seu personagem seja feliz e vença.”

Gould também entendeu perfeitamente o temperamento e a situação do personagem. “Ele é criança, e não sabe qual é o seu verdadeiro lugar”, conta o jovem ator. “Ele quer ser o melhor que puder ser, já que é o jovem príncipe. Ele sempre quer se divertir, mas nem sempre isso é possível, porque ele precisa agir como um príncipe e se comportar. Mas ele acaba envolvido em mais confusões do que deveria.”

“No começo, Bambi tem um pouco de medo do pai”, continua Gould. “Seu pai quase o considera um fracassado. Mais para o meio do filme, eles começam a se divertir juntos. Eles passam a agir mais como pai e filho deveriam se comportar, e depois se afastam um do outro. Mas Bambi, no final, acaba provando o seu valor.”

Gould, que cursava a 4ª série quando começou a gravar a dublagem e foi posteriormente convocado a voltar algumas vezes para gravações adicionais ao longo dos próximos dois anos, afirma que a parte mais importante do trabalho era manter uma uniformidade na qualidade da voz em todas as sessões de gravação. “Minha voz já tinha mudado um pouco, e tive que me esforçar mais pra conseguir fazer a voz do Bambi mais jovem.”

Encontrar o ator para dublar o coelho hiper-ativo Tambor foi ainda mais difícil. Uma busca exaustiva levou-os ao jovem Brendon Baerg, que faz uma participação especial recorrente como Logan Hughes no seriado Yes, Dear, da CBS. “Ele trouxe um frescor”, afirma Pimental. “Ele capta o original, mas tem luz própria. E ele ainda não tinha adquirido nenhum vício do ofício; ele é realmente autêntico.”

Coube a Thomason a responsabilidade de obter grandes desempenhos de seu jovem elenco de dubladores. “Trabalhar com crianças é fantástico, libertador e exaustivo”, afirma o diretor de diálogos, rindo. “Eu aprendo mais com eles do que eles comigo cada vez que entramos numa ilha de gravação. Eles vivem me surpreendendo. Eu procuro guiá-los por um caminho que leve, naturalmente, à ocorrência daqueles determinados eventos específicos, e isso a gente percebe depois nas telas.”

Ao mesmo tempo em que criava a banda provisória de diálogos, o próprio Pimental dublava a voz do Porco-Espinho, um personagem criado por ele. Por fim, ficou evidente que seria difícil, senão impossível, superar o desempenho de Pimental, e sua voz acabou sendo usada no filme para o Porco-Espinho e a Marmota. Como afirma Thomason: “Nosso diretor é um artista polivalente. Seja criando os storyboards, animando, dirigindo ou dublando a voz do rabugento e espinhoso Porco-Espinho – ele sabe o que quer e sabe demonstrar isso nas suas gravações. Como diretor, o tempo todo você precisa ser capaz de mostrar às outras pessoas o que você quer. E Brian se saiu muito bem fazendo exatamente isso através dos seus próprios personagens.”

Enquanto tudo isso estava acontecendo, o departamento de arte já estava a mil, se preparando para a animação. A diretora de arte Carol Kieffer Police realizou uma análise meticulosa, quadro a quadro, do Bambi original e criou um guia de estilo para ser usado como referência por todos aqueles envolvidos na produção. Também criou um documento de 10 páginas chamado “Bambi in a Nutshell” (i.e., “Bambi em poucas palavras”), que descrevia os temas gerais do filme e servia como um lembrete dos elementos essenciais do desenho.

O BAMBI ESPECIAL
Uma das regras criadas por Police e sua equipe foi a de que “Bambi – O Grande Príncipe da Floresta se torna extravagante quando a ação se torna emocionante.” Como explica a diretora de arte: “Quando Bambi briga com Ronno ou quando se apaixona, tudo muda. As palhetas de cores ficam saturadas e o desenho se torna quase surrealista. Nós nos divertimos muito com isso.”

Outro exemplo: “Graças à influência de Tyrus Wong, Bambi não se envergonha de ser simples.” Esta regra se refere ao artista chinês, cujos quadros de influência asiática ditaram, em grande parte, o tom visual do original. “Ele pintava paisagens belíssimas em pastel, que se pareciam muito com aquarelas; elas lembravam os painéis chineses e japoneses”, afirma Police. “Eram de uma grande simplicidade e elegância. Ele era muito seletivo quanto aos elementos que inseria em suas composições, que tinham uma atmosfera forte. E isso foi algo que tentamos incorporar ao nosso filme.”

“Mas conhecer as regras é uma coisa; implementá-las é outra”, reconhece Police. “Não imagino nenhum outro estilo mais difícil de ser criado que o de Bambi. Ele exige um nível de habilidade muito alto da parte de toda a equipe para que consigam se equiparar ao original. Não basta empregar uma certa fórmula, como ocorre com a maioria das produções de animação de baixo orçamento. É uma mídia que exige muito trabalho. É como produzir uma grande obra de arte. Era difícil se encontrar artistas gabaritados para isso.”

Depois de reunir uma equipe de elite com a experiência e o talento necessários, Police tomou uma decisão arriscada. Ela concluiu que o melhor modo de recriar o visual e a atmosfera do Bambi original seria através do uso de programas de pintura digital. O pacote de ferramentas escolhido por ela – Corel Painter – permitiu aos artistas criar pinceladas virtuais que reproduziam a aparência e a textura dos cenários do Bambi original, muitos dos quais foram pintados originalmente a óleo. “Nós conseguimos fazer fusões e difusões, e sangrar as cores de um modo que não teria sido possível sem esse recurso”, diz ela.

Os computadores até permitiram aos artistas incorporar, em algumas ocasiões, cenários do filme original no novo filme. “O segredo foi usar as ferramentas digitais para cortar porções específicas do desenho dos cenários de Bambi, transferindo-os para o cenário da nova produção”, explica o diretor de layout, Olivier Adams. “Podia ser uma floresta distante, ou alguns galhos, árvores, a relva ou um terreno coberto de musgo. Isso ajudou a preservar a consistência do estilo de arte.”

Antes de iniciarem o processo de animação, os cineastas tiveram a sorte de conversar com duas lendas dos estúdios Disney, os animadores veteranos Frank Thomas e Ollie Johnston, que haviam trabalhado no original.

“Nós fomos à casa de Frank e discutimos com ele como havia sido fazer o Bambi original” afirma a produtora Cramb, que trabalha no estúdio de Sydney. “Foi incrível poder conversar com um dos artistas que admiramos tanto. Brian lhe contou a história, e Frank disse que era uma das melhores histórias para uma continuação que ele já tinha ouvido.”

Além das reminiscências sobre a Era de Ouro da animação, Thomas e Johnston passaram aos cineastas algumas “pérolas de sabedoria”. “Eles disseram que tudo que haviam feito em Bambi revelava emoção e suscitava questionamentos”, relembra Deja. “Eles disseram: ‘Deixem que isso os guie na sua animação; vocês não devem simplesmente ‘animar’. Vocês precisam se perguntar, o que o personagem está pensando e por que ele ou ela se sente assim?’ Antes mesmo que a gente começasse a animação, era o que tínhamos de fazer.”

Como preparação para a tarefa hercúlea que tinham pela frente, os animadores do estúdio australiano fizeram uma expedição até Mudgee, a cerca de 5 horas de Sydney, onde tiveram aulas de anatomia com cervos vivos. Professores de Teatro foram levados ao estúdio para discutir personalidade, linguagem corporal, e o desenvolvimento emocional das personagens. Mas qualquer treinamento só adianta até um certo ponto, afirma Cramb. “O resto fica nas mãos de uma equipe de artistas de grande talento nato.”

Os animadores também tiveram de enfrentar alguns dos mesmos desafios que seus predecessores haviam enfrentado seis décadas antes. Por exemplo, Cramb descobriu através de Frank Thomas que um dos motivos pelo qual o Grande Príncipe da Floresta não aparece muito em cena no Bambi original decorria da dificuldade de se animar sua galhada. Usando um pequeno cervo de brinquedo que era manipulado para assumir posições diferentes numa caixa iluminada, os pioneiros Disney desenharam as galhadas a mão no próprio celulóide da animação. Entretanto, inconsistências no traçado tendiam a dar aos chifres uma aparência desleixada. Devido ao papel de destaque do pai de Bambi na continuação, Cramb e sua equipe sabiam que não lhes restava outra opção senão encontrar uma maneira de superar esse obstáculo.
ENCONTRANDO O DESAFIO DA GRANDE GALHADA

A solução foi animar o corpo do cervo em 2-D e, posteriormente, fazer com que um artista de computação gráfica criasse um modelo digital da galhada em 3-D, que foi ,subseqüentemente, escaneado e acrescentado à cabeça do Grande Príncipe. Trata-se de um processo semelhante ao empregado na criação das galhadas dos alces de Irmão Urso (Brother Bear), da Disney, ou seja, um equivalente digital do modelo empregado pelos animadores do original.

Esse método digital ganhou o selo de aprovação de Johnston, relembra Cramb. “Ele disse que se, naquela época, eles tivessem acesso ao uso de computadores, era exatamente o que eles teriam feito.”

As considerações técnicas, entretanto, foram simplesmente mais um aspecto do complexo processo de animação, resultado do trabalho dos 250 integrantes do estúdio em Sydney, ao longo de 16 meses. O desenvolvimento das expressões e das características humanas das personagens foi o que exigiu mais dedicação e talento dos artistas, segundo Cramb. “Nosso desafio é não só criar desempenhos para as personagens, mas chegar ao ponto em que você esquece que Bambi e o Grande Príncipe são cervos, por demonstrarem tantas emoções.”

Deja observa que essa nuance emocional é especialmente impressionante no desenho do pai de Bambi. “Em todas as cenas do Grande Príncipe, ele precisa ser altivo e autoritário, mas mesmo assim a gente ainda percebe que ele sofre e que ama o filho. Você percebe isso no modo como ele olha para Bambi, ou quando ele acaba abrindo a guarda e brincando como filho. E até quando ele está tentando dormir, e Bambi não pára de falar. Isso o transforma num personagem cativante.”

Os cenários luxuriantes e atraentes do filme também ajudam a transmitir essa transição no tom emocional através do emprego da cor, da iluminação e da composição. Um exemplo nítido é a cena na qual Bambi encontra a mãe num sonho, segundo o diretor de layout Olivier Adams. “A cena se passa numa clareira aberta e elegante. Não há áreas escuras ou sombrias como no meio da floresta; os cenários são iluminados e banhados em tons quentes de amarelo e laranja. A seqüência não é sobre a tristeza, e sim sobre a felicidade e o amor. O bater de asas da borboleta acompanha o compasso do coração de Bambi e sua emoção quando ele descobre a sua mãe. O movimento suave da relva confere vida e delicadeza à cena.”

Ao final, o processo de animação foi o de um constante refinamento, afirma Deja. “Nós estudávamos os gabaritos de modelos e movimentos, depois os desenhávamos e os revisávamos repetidas vezes, até chegarmos ao resultado que queríamos.”

A MÚSICA DA FLORESTA

A emoção e a beleza de Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta são acentuadas por quatro canções de compositores e intérpretes consagrados:

FIRST SIGN OF SPRING, composta por Michelle Lewis e pelo marido e co-autor, Dan Petty, funciona como o tema central do filme. “Nós precisávamos de uma canção animada e cativante sobre a primavera e sobre um recomeço de coração aberto”, conta Matt Walker, vice-presidente sênior de música do Walt DisneyToon Studios. “Michelle havia escrito canções maravilhosas para Amy Grant e Cher, entre outras, e tinha a sensibilidade certa. Quando ouvimos sua voz na “demo” original, percebemos que ela teria de interpretar a canção no filme. Sua voz tem tenta pureza que seria uma loucura tentar encontrar alguém que pudesse ser mais perfeita.”

THERE IS LIFE foi composta por David Friedman e interpretada pela vencedora de vários Grammys, Alison Krauss. “David Friedman, egresso da cena teatral nova-iorquina, também já trabalhou como arranjador e regente em vários outros clássicos de animação Disney, incluindo Aladdin, A Bela e a Fera (Beauty e the Beast) e Pocahontas – O Encontro de Dois Mundos (Pocahontas), e por isso, ele definitivamente entende o nosso universo”, afirma Walker. “As canções que o David compõe costumam falar, com muita beleza e espiritualidade, sobre perdas e como devemos seguir a diante a despeito delas, e, portanto, ele era uma escolha óbvia para o nosso filme. David veio a LA ver os storyboards preliminares e ficou tão sensibilizado, que compôs a canção inteira abordo do vôo que o levou de volta a Nova York. E acho que não mudamos nada desde aquela primeira versão – ela já continha uma enxurrada de emoções fortes e verdadeiras. E ficamos igualmente entusiasmados em encontrar a voz perfeita para interpretar o número: Alison Krauss. Ela é a voz da floresta, talvez até da mãe de Bambi, para quem quiser interpretar dessa maneira. Foi um sonho e uma honra contarmos com ela neste projeto. Sua voz é magia pura.”

SHOW ME (HOW THE WORLD LOOKS THROUGH YOUR EYES), escrita pelos compositores premiados com o Oscar e o Grammy, Richard Marx & Dean Pitchford, e interpretada por Martina McBride, é a primeira canção dos créditos finais. “O tema pai-filho tocou a fundo Richard e Dean, que escreveram uma canção bonita e edificante”, observa Walker. “Ela foi inicialmente composta para acompanhar uma seqüência no meio do filme, mas era tão forte e cheia de energia que decidimos reservá-la para os nossos créditos finais. A letra da música resume perfeitamente o tema do filme – pai e filho deixando de lado suas diferenças e tentando chegar a um meio termo. É uma música forte… e muito divertida. Martina Mcbride era um dos nomes na lista de ‘intérpretes dos nossos sonhos’ desde o início da produção, então, é um privilégio e uma alegria contarmos com ela no filme.”

HEALING OF A HEART, composta por Marcus Hummon e interpretada pelo astro da música pop australiana, Anthony Callea, é a segunda canção ouvida durante a rolagem dos créditos finais. “Somos fãs do trabalho do Marcus com as Dixie Chicks e, mais recentemente, Rascal Flatts, então, ele foi um dos primeiros em quem pensamos para a trilha de Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta”, relembra Walker. “Em nossa primeira reunião com ele, sua ligação com o tema da perda e da cura foi realmente profunda, e ele compôs uma canção sensacional para nós. Quando a gente pensa em Bambi, raramente pensamos de cara num gospel sulista, mas foi a escolha perfeita para o nosso filme.”

Com relação à trilha instrumental de Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta, os cineastas concordaram que era essencial seguir o tom da música de inspiração clássica de Edward Plumb, um elemento-chave do Bambi original. Com esse intuito, eles procuraram o compositor indicado ao Oscar®, Bruce Broughton, cujos créditos em longas de animação incluem o sucesso dos estúdios Disney de 1990, Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus (The Rescuers Down Under), e mais recentemente, Mickey, Donald, Goofy: The Three Musketeers. “A trilha instrumental original de Bambi é, essencialmente, um belo poema sinfônico, com melodias ricas e inesquecíveis, orquestrações refinadas e extenso uso de coros vocais”, explica Walker. “Embora em nossos filmes mais recentes tenhamos usado trilhas instrumentais mais contemporâneas, com ênfase no humor, no caso de Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta, recorremos ao original mais do que simplesmente como fonte de inspiração, e sim como partitura-modelo. Nós, por sinal, introduzimos no nosso filme citações de vários dos temas de Bambi – “Love is a Song”, por exemplo – e por isso precisávamos garantir que os nossos temas combinassem com os temas de 1942. Usamos os mesmos arranjos que identificam cada personagem do filme original. Bruce Broughton foi uma escolha óbvia para nós, e seu trabalho superou todas as nossas expectativas.”

PATRICK STEWART (O GRANDE PRÍNCIPE DA FLORESTA)

PATRICK STEWART (O Grande Príncipe da Floresta) – Um ator internacionalmente respeitado por aproximar o teatro shakespeareano do cinema e da televisão contemporâneos, Patrick Stewart continua demonstrando sua versatilidade numa grande variedade de projetos.

Mais recentemente, foi visto no Apollo Theater, de Londres, na montagem de A Life in The Theater elogiadíssima pela crítica. Antes disso, foi visto no West End, em The Master Builder, de Ibsen. Em 2001, estrelou três montagens teatrais: Johnson Over Jordan, em Leeds, uma montagem aclamada pela crítica de Quem Tem Medo de Virgínia Woolf? (Who’s Afraid of Virginia Woolf?), de Edward Albee, de Minneapolis’ Guthrie Theater, e também as oito récitas beneficentes de sua consagrada montagem solo de A Christmas Carol, de Charles Dickens, na Broadway. A vendagem esgotada de ingressos bateu os recordes de venda para uma única semana entre todas as peças na história da Broadway.

No verão anterior, atuou na Broadway em The Ride Down Mt. Morgan, de Arthur Miller, indicada ao Tony de Melhor Peça. Em 1998, recebeu elogios da crítica no papel-título de Otelo (Othello), no Shakespeare Theater, de Washington, DC.

Em dezembro de 1996, o ator levou sua montagem de A Christmas Carol para Los Angeles. Stewart estreara o espetáculo solo na Broadway, em 1991, interpretando mais de 40 personagens e vencendo um prêmio Drama Desk Award de Melhor Intérprete Solo. A nova montagem marcou seu retorno aos palcos nova-iorquinos, de onde estivera afastado desde 1971, quando havia atuado na hoje lendária montagem de Peter Brook de Sonhos de Uma Noite de Verão (A Midsummer Night’s Dream). Depois de encenar A Christmas Carol durante vários anos por todo os EUA, seu desempenho em Londres, na montagem do Old Vic Theater de 1993, deu ao ator uma indicação ao Olivier Award de Melhor Ator e o prêmio Olivier Award de Melhor Desempenho Solo.

Em 1995, na Broadway, estrelou como Próspero a montagem de A Tempestade (The Tempest), de Shakespeare, que lhe deu uma indicação ao prêmio Outer Critics Circle de Melhor Ator. Venceu também o prestigiado Will Award, do Shakespeare Theater, de Washington DC, em 1996, em honra à sua carreira teatral. Naquele mesmo ano, venceu um Grammy, como narrador de Pedro e o Lobo, de Prokofieff (Prokofiev: Peter and the Wolf).

Em 1986, interpretou o papel-título da peça de Peter Shaffer, Yonadab, no National Theater. Em 1978, venceu o prêmio Society of the West End Theater Award (hoje rebatizado de Olivier Awards) com o papel de Enobarbus na montagem de Peter Brook de Antony and Cleópatra, tendo sito também indicado uma segunda vez no papel de Shylock, de O Mercador de Veneza (The Merchant of Venice).

Stewart mantém uma antiga associação com a Royal Shakespeare Company, à qual integra como Artista Associado Honorário, tendo sido admitido como Artista Associado em 1967. Com a RSC, interpretou papéis como King John, Shylock, Henrique IV, Cassius, Titus Andronicus, Oberon, Leontes, Enobarbus, Touchstone e Launce. Estrelou também inúmeras montagens contemporâneas da RSC, incluindo peças de Tom Stoppard, Edward Bond, Howard Barker e David Rudkin.

Além de A Christmas Carol, Stewart também adaptou outras obras para o teatro, a TV e o rádio, incluindo duas obras de Mikhail Bulgahov: The Procurator (a partir do romance The Master and Margarita) e A Country Doctor’s Notebook. Em 1992, dirigiu o musical dramático, Every Good Boy Deserves Favour, de Tom Stoppard e Andre Previn, estrelado por ele e quatro outros colegas do elenco de Star Trek: The Next Generation, com a Orange County Symphony Orchestra. Em 1993, a mesma produção foi apresentada com as orquestras sinfônicas de Minneapolis, Chicago e Atlanta.

Paralelamente à sua carreira teatral, desenvolveu uma carreira de grande sucesso no cinema e na televisão. Foi visto no longa de 2003, X-Men 2, que lhe valeu uma indicação para o prêmio Blockbuster Entertainment Awards de Ator Preferido.

Em 2002, foi visto em Jornada nas Estrelas: Nêmesis (Star Trek: Nemesis), o 10º filme da franquia de grande popularidade da Paramount Pictures, reprisando o papel do comandante Jean Luc Picard. Seus créditos cinematográficos anteriores como trekker incluem Jornada nas Estrelas: Generations (Star Trek: Generations, 1994), Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato (Star Trek: First Contact, 1996) e Jornada nas Estrelas: Insurreição (Star Trek: Insurrection, 1998). Também em 2002, foi visto no papel-título de King of Texas, co-produzido por ele para a Hallmark Entertainment. No ano anterior, emprestou sua voz ao personagem King Goobot, do longa-metragem de animação digital de enorme sucesso da Nickelodeon Movies, Jimmy Nêutron: O Menino Gênio (Jimmy Neutron: Boy Genius).

Seus créditos cinematográficos adicionais incluem a adaptação da peça de Paul Rudnick, Jeffrey, Hedda, Dune, Lady Jane, Excalibur, Contos de L.A. (L.A. Story), Trem da Morte (Death Train), A Louca Louca História de Robin Hood (Robin Hood: Men em Tights), Os Franco Atiradores (Gunmen), Marcação Cerrada (Masterminds), The Pagemaster, Teoria da Conspiração (Conspiracy Theory), Lutando por Dignidade (Safe House) e O Farsante (Dad Savage).. Dublou também o personagem Seti, de Príncipe do Egito (Prince of Egypt).

A televisão também teve um papel significativo na sua carreira. Foi indicado a um Globo de Ouro, estrelando o remake da Showtime de 2003, de The Lion in Winter, com produção executiva do próprio Stewart. Em 2000, foi visto em A Christmas Carol, da TNT, sendo indicado a um prêmio SAG no papel de Ebenezer Scrooge. Stewart foi indicado ao Emmy® e ao Globo de Ouro de Melhor Ator no papel do Capitão Ahab, na minissérie épica da USA Network, Moby Dick (1998).

Stewart criou o papel original de Jean Luc-Picard no popular seriado televisivo, Star Trek: The Next Generation, exibido de 1988 a 1994. O papel lhe deu indicações aos prêmios de Melhor Ator da American TV Awards e do Screen Actors Guild. Além de estrelar o seriado, também dirigiu vários episódios, um dos quais (A Fistful of Datas, 1987) foi premiado com um Emmy.

Para a BBC, foi visto na aclamada minissérie, I, Claudius, Tinker Tailor Soldier Spy e Smiley’s People. Também viveu Salieri, em The Mozart Inquest, Édipo, em Oedipus Rex, e o Rev. Anderson, em The Devil’s Disciple. Seus créditos televisivos incluem ainda o papel-título de The Canterville Ghost, e ainda In Search of Dr. Seuss, e Os Simpsons (The Simpsons), além de ter apresentado também várias séries documentais, incluindo The Shape of the World e MGM: When the Lion Roars.

Seus projetos mais recentes incluem The Game of Their Lives, O Galinho Chicken Little (Chicken Little), Steamboy e The Water Warriors. Concluiu há pouco, em Manchester, as filmagens do drama científico, Eleventh Hour, para a Granada, com lançamento programado para 2006. No momento, está filmando X-Men 3, contracenando com os integrantes do elenco original Hugh Jackman, Halle Berry e Ian McKellen. A continuação ansiosamente aguardada será dirigida por Brett Ratner. Também em 2006, deverá retornar a Stratford, onde interpretará Marco Antônio em Antony e Cleópatra, seguido de Próspero, em A Tempestade (The Tempest).

Em 2001, a Rainha da Inglaterra o honrou com o título de Oficial do Império Britânico (O.B.E.).

ALEXANDER GOULD (BAMBI)

ALEXANDER GOULD (Bambi) – Desde que iniciou sua carreira artística aos 2 anos de idade, Alexander Gould só tem tido sucesso nas telonas e telinhas. Mais recentemente, foi ouvido dublando a voz de Nemo no fenômeno de animação Disney/Pixar, Procurando Nemo (Finding Nemo). Seus créditos cinematográficos incluem também o filme independente, Wheelmen, e o thriller de suspense, Wes Craven Presents: They. Suas inúmeras participações como convidado especial de seriados televisivos incluem episódios de Malcolm In The Middle, 7th Heaven, Freaks e Geeks, Family Law e Even Stevens. Ele teve papéis recorrentes nos seriados populares Ally McBeal e American Dreams, e co-estrelou o seriado Boomtown. Atuou também no telefilme, The Day the World Ended.

Atualmente, pode ser visto como Shane Botwin, o criativo filho mais novo de Mary-Louise Parker, no seriado da Showtime, Weeds. Em breve, Gould será visto nas telonas na adaptação cinematográfica do romance de Thomas Rockwell, How to Eat Fried Worms.

BRENDON BAERG (TAMBOR)

BRENDON BAERG (Tambor) – Brendon Baerg, de sete anos, interpreta Logan, no seriado humorístico da CBS, Yes Dear, tendo também atuado no longa-metragem The Onion Movie, bem como em episódios de Strong Medicine, Crazy Love e Desperate Housewives. Além disso, foi visto em vários filmes publicitários de veiculação nacional. Baerg tem jeito para pilotar seu ATV, que curte dirigir no deserto com os pais e seus dois irmãos. Quando não está trabalhando, ele também gosta de nadar na piscina de casa e andar de bicicleta.

CAROLYN HENNESY (MÃE DE BAMBI)

CAROLYN HENNESY (Mãe de Bambi) – Carolyn Hennesy, natural de Los Angeles, atuou em mais de 100 produções teatrais locais de Los Angeles, bem como nacionais e internacionais. Formada pelo American Conservatory Theater e pela Royal Academy of Dramatic Art, de Londres, além de ter recebido uma bolsa de estudos de Teatro da California State University, de Northridge, a atriz estrelou montagens de companhias de prestígio como a Mark Taper Forum, Arizona Theater Company e Geary Stage.

No início dos anos 90, estudou com a trupe Groundlings e se tornou membro da famosa Sunday Company. Entrou para a companhia principal do ACME Comedy Theater, onde atuou durante cinco anos. Atuou também no espetáculo de improviso, The Cream (também da ACME) e foi membro e fundadora da trupe de improviso exclusivamente feminina, Ovaryaction.

Em 2000, Hennesy recebeu o prestigiado Natalie Schafer Award do Los Angeles Drama Critics Circle de Melhor Atriz de Comédia, e teve um perfil elogioso publicado na revista da indústria teatral, Backstage-West. Seus créditos teatrais incluem Acting Alone (Elephant Asylum), The Fan Maroo (Theater of NOTE), What I Did For Love (McCadden), Tongue of a Bird e Nothing Sacred (Mark Taper Forum), The Heidi Chronicles (Arizona Theater Company), Dangerous Liaisons, Julius Caesar e The Lion In Winter (Knightsbridge).

NICKY JONES (FLOR)

NICKY JONES (Flor) – Natural de Houston, Nicky Jones iniciou sua carreira de ator aos cinco anos como dublador, emprestando sua voz ao personagem-título do piloto do Cartoon Network, Chowder, sendo também ouvido em Hercules, da NBC, Prize Fighter, da Revolution Studio, e Aeon Flux, da Paramount Pictures. Jones também já foi visto em vários filmes independentes e videoclipes.

Ele adora nadar na piscina do quintal da sua cara e “inventar mergulhos divertidos”, brincar com sua chihuahua, Cinnamon, andar de patinete e brincar com os amigos.

ANTHONY GHANNAM (RONNO)

ANTHONY GHANNAM (Ronno) – Natural de Livonia, Michigan, Anthony Ghannam começou a trabalhar aos 10 anos, como ator de comerciais e dublador, na área da grande São Francisco. Sua voz pode ser ouvida em comerciais de rádio de veiculação nacional e no Museu de Arte de Phoenix, Arizona, como a voz do guia da exposição de História. Recentemente, dublou Huayna, de Kronk’s New Groove, com David Spade e John Goodman. Atuou ainda na produção da Fox Network, Oliver Beene. Embora Ghannam goste de ser ator, seu maior sonho é se tornar diretor. Ele é um exímio pianista e adora andar de skate nas horas livres

ANDREA BOWEN (FELINE)

ANDREA BOWEN (Faline) – Andrea Bowen começou sua carreira profissional na Broadway, em Nova York, aos 6 anos, estrelando Les Miserables e se tornando a Cosette mais jovem de todos os 16 anos de temporada do espetáculo. Em seguida, ela interpretou o papel de Marta Von Trapp, no elenco original da remontagem da Broadway de A Noviça Rebelde (The Sound of Music), com Richard Chamberlain, e o papel de Adele na montagem musical da Broadway de Jane Eyre. Enquanto atuava na Broadway, participou como convidada especial de vários seriados televisivos gravados em Nova York, incluindo Law & Order e Third Watch, e atuou nos filmes New York Crossing e Highball.

Residindo atualmente em Los Angeles, Bowen filma, no momento, episódios do fenômeno de popularidade da ABC premiado com o Globo de Ouro e o prêmio SAG, o seriado Desperate Housewives, no qual interpreta Julie Mayer, a filha de Susan Mayer (Teri Hatcher.)

Antes de ser escalada em Desperate Housewives, Bowen interpretou o papel de Zooey Glass no seriado da ABC exibido em horário nobre, That Was Then. Também interpretou um gênio de 12 anos, a pequena Riley Ellis, num papel recorrente nos seriado Boston Public, da Fox, e fez inúmeras participações como convidada especial em outras produções, em papéis que incluem uma paciente altruísta com fibrose cística em Strong Medicine, uma órfã rebelde e desbocada em One Tree Hill, a filha mimada de um astro do esporte em Arli$$, e uma adolescente tímida e suicida em Nip/Tuck.

Também foi reconhecida como dubladora de talento, emprestando sua voz a inúmeros projetos, incluindo o longa-metragem A Era do Gelo (The Ice Age) e dois pilotos de animação concluídos recentemente para o Cartoon Network, Party Wagon e Ben-10.

Como cantora, foi ouvida nos discos das trilhas com os elencos originais of Jane Eyre, The Musical, da remontagem da Broadway de 1998 de A Noviça Rebelde (The Sound of Music), bem como de Night of The Hunter, Z the Masked Musical, Broadway Kids Sing America e nos discos do Sugar Beats, Car Tunes e Christmas Album.

Bowen é a mais jovem de seis irmãos, todos artistas bem sucedidos da Broadway, do cinema e da televisão. Atualmente, mora com os pais em Los Angeles. Além de atuar, ela sabe cantar e dançar, e gosta de nadar, de cavalgar e de ler, tendo sido eleita recentemente Melhor Aluna da Classe por seu ótimo desempenho acadêmico na conclusão da 8ª série
ARIEL WINTER (IRMÃ DO TAMBOR)
ARIEL WINTER (Irmã do Tambor) – Ariel Winter possui grande experiência em animação, tendo dublado inúmeros projetos incluindo os longas-metragens Curious George e American Dog, bem como as produções do Cartoon Network, Tickle You, Elevate e Little Princess Sing Along. Nas telonas, foi vista contracenando com Ray Romano e Kevin James, em Grilled, e com Val Kilmer e Robert Downy, Jr., em Beijos e Tiros (Kiss Kiss Bang Bang), escrito e dirigido por Shane Black.

Ela gosta de cantar, dançar, jogar softball e videogames
MAKENNA COWGILL(IRMÃ DO TAMBOR)

MAKENNA COWGILL (Irmã do Tambor) – Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta marca a estréia cinematográfica da aluna da primeira série Makenna Cowgill, embora ela traga o gene de dubladora no sangue, já que seus pais, seu avô e seu irmão mais velho são todos atores. Cowgill também adora cantar, dançar e interpretar, tendo atuado nas montagens de Oliver e Grease de seu Clube de Teatro. Ela curte esportes, joga basquete e futebol, e pratica atletismo.

KEITH FERGUSON (CORUJA)

KEITH FERGUSON (Amigo Coruja) – Após se formar pela University of the Pacific, Keith Ferguson atuou em montagens teatrais e grupos de improviso locais antes de ser descoberto por um agente de dubladores. Desde então, interpretou inúmeros papéis em várias produções de animação, incluindo Blooregard “Bloo” Q. Kazoo, de Foster’s Home For Imaginary Friends, do Cartoon Network, Wilnor do longa-metragem The Tale of Tillie’s Dragon II, fez participações especiais em Billy e Mandy e Codename: Kids Next Door, também do Cartoon Network, além de ter vivido Ray, no seriado premiado da Internet, L’il Green Men.

Ele também pode ser ouvido em vários games interativos, como O Exterminador do Futuro 3 (Terminator 3), The Path Of Neo, 24, Doom 3, Law & Order, Tales of Symphonia, Destroy All Humans e O Senhor dos Anéis (Lord of the Rings), para citar apenas alguns.

Além de trabalhar como dublador, Ferguson também atua em montagens teatrais, como o espetáculo de esquetes cômicos escrito pela redatora humorística veterana do Saturday Night Live, Anne Beatts.

CREE SUMMER (MENA)

CREE SUMMER (Mena) – Filha de um ator e músico com uma bailarina, Cree Summer foi criada numa reserva indígena Cree, em Saskatchewan. Ela iniciou sua carreira na indústria do entretenimento aos nove anos, cantando com a banda de jazz de seu pai.

Pouco depois, foi escalada em seu primeiro papel como dubladora, quando acompanhava o pai numa entrevista para um projeto de animação. Ela foi convidada a fazer uma audição e foi imediatamente escalada no primeiro de seus inúmeros papéis, incluindo Ursinhos Carinhosos (The Care Bears, nas versões cinematográfica e televisiva), Penny, de Gadget – Inspetor Bugiganga (Inspector Gadget), Os Caça-Fantasmas (Ghostbusters) e Candy Camp, de John Candy.

Summer foi indicada a um Daytime Emmy Award com Clifford the Big Red Dog, da Scholastic Production, e dublou a princesa Kida, a protagonista do longa-metragem de animação Disney, Atlantis – O Reino Perdido (Atlantis: The Lost Empire). Com uma carreira em ascensão como dubladora na indústria dos cartoons, seus créditos incluem ainda Rug Rats – All Grown Up, Code Name: Kids Next Door, The Wild Thornberrys, Spiderman, The Proud Family, Teenage Robot e Chalk Zone.

Summer demonstrou seu talento diante das câmeras em filmes como The Return of Billy Jack, Garotas Selvagens (Wild Thing) e Hearts of Fire. Integrou durante cinco anos o elenco regular do seriado de grande audiência da NBC, A Different World, tendo também atuado em Sweet Justice, com Cicely Tyson e Melissa Gilbert, e em Courthouse, da CBS Television. Atuou ainda em mais de 200 comerciais.

Musicista e compositora renomada, Summer já realizou turnês de shows pelos EUA e pela Europa, e gravou dois discos: Womb Amnesiac e Street Fairy, de Lenny Kravitz
BRIAN PIMENTAL – DIRETOR
BRIAN PIMENTAL (Diretor /Voz do Porco-Espinho e da Marmota) – Com Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta, Brian Pimental acrescenta o título de diretor à sua longa lista de créditos em longas-metragens de animação. Tendo iniciado sua carreira como arte-finalista de filmes dos estúdios Disney como A Pequena Sereia (Little Mermaid) e Oliver & Company, bem como a produção de Steven Spielberg, Um Conto Americano (An American Tail), Pimental esteve envolvido na criação de alguns dos filmes de animação de maior sucesso das últimas décadas. Foi artista de história dos fenômenos de bilheteria Disney, Aladdin e A Bela e a Fera (Beauty e the Beast), antes de se tornar chefe de história do estúdio em Pateta – O Filme (A Goofy Filme) e
Tarzan. Mais recentemente, foi consultor de história do futuro lançamento Disney, Enchanted, um filme que combina animação e cenas live-action, dirigido por Kevin Lima (Tarzan, 102 Dálmatas/102 Dalmatians), e Peter Pan – De Volta À Terra do Nunca (Return To Never Land).

Além de ser o responsável pela história e assumir a direção de Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta, o artista polivalente também dubla dois personagens do filme: Porco-Espinho e Marmota.

Natural de Massachusettes, Pimental possui bacharelado em Artes pelo California Institute of the Arts.
JIM BALLANTINE – PRODUTOR
JIM BALLANTINE (Produtor) – Jim Ballantine começou a trabalhar para os estúdios Disney, em 1988, como administrador de produção do popular longa-metragem de animação, A Pequen Sereia (The Little Mermaid). Em seguida, tornou-se produtor de desenvolvimento de longas de animação do estúdio e supervisionou a produção digital de Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus (The Rescuers Down Under) e O Príncipe e o Mendigo (The Prince & the Pauper). De 1992 a 1995, Ballantine trabalhou em The Ren & Stimpy Show, da Nickelodeon Nicktoons, primeiro como produtor associado e, posteriormente, como produtor. Neste período, o seriado foi indicado a dois Emmys® de Melhor Seriado de Animação e a um prêmio CableACE Award de Melhor Seriado de Animação. Antes de produzir Ren & Stimpy, trabalhou em Family Dog, da Amblin Entertainment de Steven Spielberg.

Com Vanessa Coffey, Ballantine lançou a King World Kids, que criava conteúdo virtual em animação e live-action para redes, TVs a cabo e canais independentes. Durante o período em que trabalharam na King World, Ballantine e Coffey criaram uma nova produção televisiva live-action, baseada em The Little Rascals, e desenvolveram Take Five, um reality show para adolescentes, da CBS.

Recentemente, foi produtor executivo de Doodlezoo, da Discovery Kids Network, um show que usa uma combinação de cenas animais em live-action e de animação, bem como do seriado de animação digital em 3-D, Rayman, baseado no videogame Ubi Soft. Também há pouco, trabalhou como produtor de Irmão Urso 2 (Brother Bear 2), do DisneyToon Studios.

Natural do Havaí, bacharelou-se em Teatro com distinção honrosa pela UCLA, tendo trabalhado vários anos como produtor e diretor teatral em Seattle, São Francisco, e no Mark Taper Fórum, de Los Angeles. Também trabalhou no Olympic Arts Festival de 1984 e no Los Angeles Festival de 1987.

DEBBIE CRAMB

DEBBIE CRAMB (Produtora de Unidade) – Ao mesmo tempo em que trabalhava como ilustradora de moda e designer e administrava uma pequena empresa em Sydney, Austrália, Debra Cramb concluiu sua formação acadêmica como animadora antes de iniciar sua carreira como “intermediarista” da Hanna Barbera TV Productions.

Quando a Walt Disney Company abriu um estúdio em Sydney, em 1988, Cramb se tornou assistente de animadora de seriados televisivos como Winnie the Pooh, Darkwing Duck, Goof Troop, Timon and Pumbaa e Aladdin. Subseqüentemente, chegou a supervisora do departamento de intermediaristas e integrou a direção executiva do estúdio de Sydney (DTSA).

Como gerente de treinamento e recrutamento da DTSA, Cramb iniciou uma campanha mundial de recrutamento para descobrir novos talentos internacionais para o estúdio Disney de Sydney, em franca expansão. Ela implementou programas de treinamento nos vários departamentos e um programa geral de desenvolvimento da talentosa equipe do estúdio.

Cramb começou a trabalhar na produção como assistente de Steve Trenbirth, diretor de Mogli – O Menino Lobo 2 (The Jungle Book 2) Além de Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta, prozuidu Mickey, Donald, Goofy: The Three Musketeers e, atualmente, trabalha na produção de Cinderella III.

DAVID OKEY

DAVID OKEY (Produtor Associado) – David Okey iniciou sua carreira como assistente de produção e desenvolvimento do departamento de longas de animação dos estúdios Disney, o Disney Feature Animation. Foi supervisor de comunicação de produção do fenômeno de bilheteria da Disney/Pixar, Toy Story 2, antes de se tornar assistente de gerente de produção de Nem Que a Vaca Tussa (Home on the Range). Mais recentemente, foi produtor associado de A Pequena Sereia 3 (The Little Mermaid III). Okey bacharelou-se em Teatro Musical pela U.S. International University School of Performing Arts, de San Diego.

ALEXS STADERMANN

ALEXS STADERMANN (Diretor de Unidade) – Alexs Stadermann iniciou sua carreira na Alemanha, como animador da Linda Film e da MS Film. Subseqüentemente, tornou-se animador de efeitos especiais da Amblimation de Steven Spielberg, em Londres, trabalhando em longas-metragens como Um Conto Americano 2 (An American Tale II), We’re Back e Balto.

Na Walt Disney Animation da Austrália, Stadermann foi animador de personagens e de efeitos de Darkwing Duck, Goof Troop e do seriado televisivo, Aladdin, antes de se tornar supervisor de efeitos de Tarzan e Pateta – O Filme (A Goofy Movie), O Retorno de Jafar (The Return of Jafar), A Bela e a Fera – O Natal Encantado (Beauty & the Beast: An Enchanted Christmas) e O Rei Leão 2 – O Reino de Simba (The Lion King II: Simba’s Pride). Em seguida, foi animador-sênior de personagem de Pateta 2 – Radicalmente Pateta (An Extremely Goofy Movie), A Pequena Sereia II – O Retorno Para o Mar (The Little Mermaid II: Return to the Sea), A Dama e o Vagabundo 2 – As Aventuras de Banzé (Lady & the Tramp II: Scamp’s Adventure), Peter Pan – De Volta À Terra do Nunca (Return To Never Land) e Mogli – O Menino Lobo 2 (Jungle Book 2). Foi supervisor de animação do personagem Timão de Lion King 1 ½ : Hakuna Matata.

Em 2003, Stadermann dirigiu seu primeiro longa-metragem de animação para os estúdios Disney, Tarzan 2.
JAMIE THOMASON

JAMIE THOMASON (Escalação de Elenco e Diretor de Diálogos) – Jamie encara uma dupla jornada de trabalho como supervisor de elenco do DisneyToon Studios, e também como diretor de dublagem da maioria dos inúmeros filmes da divisão de animação. Thomason já dirigiu mais longas de animação episódios animados da televisão e diálogos de dubladores em produções de animação do que qualquer outro diretor de elenco e de dublagem da indústria. Seus créditos incluem literalmente todos os filmes lançados diretamente em vídeo ou DVD do DisneyToon Studios e os seriados televisivos produzidos pelo DisneyToon Studios and Television Animation desde 1991. Ele foi responsável pela escalação de elenco do filme vencedor do Oscar®-winning feature A Viagem de Chihiro (Spirited Away), criado pelo venerado cineasta japonês Hayao Miyazaki, e também pela escalação do elenco e pela direção de dublagem do curta-metragem indicado ao Oscar®, Redux Riding Hood. Seus créditos cinematográficos adicionais incluem ainda Pooh e o Efalante (Pooh’s Heffalump Movie), Mogli – O Menino Lobo 2 (The Jungle Book 2), Leitão – O Filme (Piglet’s Big Movie), Peter Pan – De Volta À Terra do Nunca (Return To Never Land) e Tigrão – O Filme (The Tigger Movie). Além disso, seus inúmeros créditos da Disney Video Premieres incluem O Rei Leão 2 – O Reino de Simba (The Lion King II: Simba’s Pride), 101 Dálmatas II: A Aventura de Patch em Londres (101 Dalmatians II: Patch’s London Adventure), A Dama e o Vagabundo 2 – As Aventuras de Banzé (Lady amd the Tramp II: Scamp’s Adventure), Lion King 1 1/2, Lilo & Stitch 2: Stitch Deu Defeito (Lilo & Stitch 2: Stitch has a Glitch) e o novo lançamento Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta.

A longa lista de créditos televisivos de Thomason inclui a primeira temporada de Disney’s Mickey MouseWorks, o primeiro seriado televisivo com animação original, estrelado pelo Mickey Mouse e pelos cinco personagens mais famosos da galeria Disney; o super popular Gargoyles e Gargoyles: The Goliath Chronicles, e Disney’s Hercules, famoso por reunir o maior elenco de dubladores em uma única temporada na história da animação na televisão, com 166 vozes.

CAROL KEIFFER POLICE

CAROL KEIFFER POLICE (Diretora de Arte) – Carol Keiffer Police é formada em Ilustração pela Art Center College of Design, com especialização em ilustração editorial e de moda. Foi uma das fundadoras do ART Center Image, um jornal impresso por estudantes que continua em publicação até hoje. Formou-se no 1º lugar de sua turma, com distinção honrosa, e foi convidada para entrar para o corpo docente da instituição, onde lecionou cursos de desenho figurativo e ilustração de moda durante quarto anos.

Iniciou sua carreira cinematográfica no longa-metragem de animação de Ralph Bakshi, O Senhor dos Anéis (Lord of the Rings), responsável pelo desenho, layout e cenários de fundo de cinco cenas especiais do filme. Nos três anos que se seguiram, trabalhou com Richard Williams (Uma Cilada Para Roger Rabbit /Who Killed Roger Rabbit) e Art Babbit, como desenhista, estilista, animadora, artista de efeitos, diretora, diretora de arte e pintora de cenários, o que lhe deu um American Broadcasters Association Award e sua inscrição no FILMEX. Também trabalhou com Glen Fleck, Inc., como consultora de cores em projetos da IBM.

Police supervisionou o departamento de cenários para o clássico cult em 3-D, Starchaser. Ela treinou artistas para a produção, além de marcar seqüências e viajar à Coréia para treinar outra equipe lá. Após o nascimento de sua 2ª filha, entrou para a Marvel Productions como chefe de layout e artista de desenvolvimento do filme Little Nemo, trabalhando com Brian Froud e Corney Cole. Pouco depois, passou a trabalhar para a Disney Television Animation como estilista, pintora e colorista, diretora de arte e artista de Photoshop e desenvolvimento.

A Warner Bros. a convidou, então, para ajudar na fundação de sua nova divisão de animação. Ela recrutou artistas e ajudou a implementar os programas de treinamento. Foi diretora de arte de unidade de desenvolvimento e apresentação, e diretora de arte de seu longa-metragem de estréia, A Espada Mágica – A Lenda de Camelot (Quest for Camelot). Após deixar a Warner Bros., trabalhou como artista de desenvolvimento de locações em Shrek e lecionou na Cal Arts. Em seguida, entrou para o Disney Feature Animation, onde desenvolveu o filme, Sweating Bullets, com os diretores Mike Gabriel e Michael Giamo. Foi desenhista de produção de The Snow Queen, da Disney, no qual trabalhou como desenhista de personagens, figurinos e estilista de cores e de locações.

Atualmente, Police chefia a Made in Paradise Productions, Inc., uma nova produtora de animação, com sua sócia, a veterana da Disney, Karen Anne Keller.

BRUCE BROUGHTON

BRUCE BROUGHTON (Compositor) – Um dos compositores mais versáteis trabalhando na indústria cinematográfica atualmente, Bruce Broughton compõe para todas as mídias, do teatro ao cinema, televisão, games de computador e espetáculos em salas de concerto, em estilos que vão de grandes composições sinfônicas a trilhas eletrônicas contemporânea.

Fez sua estréia como compositor de cinema com uma trilha orquestral grandiosa para o faroeste de Lawrence Kasdan, Silverado, que lhe deu uma indicação ao Oscar. Em seguida, sua trilha clássica para o longa-metragem de Barry Levinson, O Enigma da Pirâmide (Young Sherlock Holmes), resultou numa indicação ao Grammy para o álbum da trilha sonora.

Igualmente à vontade nos mais variados estilos, Broughton compôs as trilhas de grandes produções do cinema como Perdidos no Espaço (Lost in Space), Tombstone – A Justiça Está Chegando (Tombstone), Milagre na Rua 34 (Miracle on 34th Street), Atos de Amor (Carried Away), Ninguém Segura Esse Bebê (Baby’s Day Out), The Presidio, De Frente Para o Perigo (Narrow Margin), Um Hóspede do Barulho (Harry and the Hendersons), O Garoto Que Podia Voar (The Boy Who Could Fly), e o longa animado Disney, Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus (The Rescuers Down Under), e das duas populares aventuras da série, Homeward Bound. Num clima mais leve, compôs a música borbulhante de A Tribo dos Krippendorf (Krippendorf’s Tribe), bem como da comédia de sucesso Querida, Estiquei o Bebê (Honey, I Blew Up the Kid!). Regeu e supervisionou a gravação de “Rhapsody in Blue”, de Gershwin, para Fantasia 2000.

Tendo sido indicado 22 vezes ao Emmy, faturou o prêmio nove vezes, mais recentemente, com sua trilha por Eloise at Christmas Time. Seus créditos televisivos incluem as canções-temas de Jag, Tiny Toon Aventuras e Dinosaurs, e as trilhas de Amazing Stories, Quincy, e How the West Was Won, filmes para a televisão como Lucy, Bobby’s Girl e O Pioneers!, bem como as minisséries Roughing It, The Blue e the Grey e a vencedora do Emmy, True Women. Com a música de Heart of Darkness, compôs a primeira trilha orquestral para um videogame.

Como compositor clássico, gravou recentemente sua “Fanfare, Marches, Hymns e Finale” no Skywalker Studios com a The Bay Brass. Outros concertos clássicos incluem “The Magic Horn“ (para as Sinfônicas de Chicago, Seattle, e National for the Magic Circle Mime Company); “English Music for Horn e Strings; Three Incongruities”, um tríptico para violinos e orquestra; “Tyvek Wood”, para o Debussy Trio, com première em Praga, no verão de 1999; “Modular Music”, composta para a Los Angeles Chamber Orchestra; um piccolo concerto; um concerto para tuba; várias peças de câmara, como “Toccata for Two Harps e Percussion”, “Fingerprints of Childhood” para flauta, violino e viola, “A Primer for Malachi” para flauta, clarinete, cello e piano, além de várias composições solo para instrumentos de sopro, com destaque para uma sonata para trompas, composta por Dale Clevenger, o principal trompista da Sinfônica de Chicago, e “Excursions”, para a Banda da Força Aérea dos Estados Unidos, em Washington, D.C. Como regente, gravou Ivanhoe e Julius Caesar, de Miklos Rozsa, para a gravadora Intrada, com a Sinfônica de Londres, pouco antes da morte do compositor, bem como a trilha única de Bernard Herrmann para Jason e the Argonauts.

Broughton é membro da junta diretora da ASCAP, membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, ex-membro da Academia de Artes e Ciências da Televisão e ex-presidente da Sociedade de Compositores e Letristas. Ensinou composição para cinema no programa Advanced Film Music Studies da USC, e é palestrante da UCLA.

DAVID FRIEDMAN

DAVID FRIEDMAN (Letrista – “There is Life”) – Daniel Friedman é autor de canções como “We Can Be Kind”, “Listen to My Heart”, “Help is on the Way”. “We Live on Borrowed Time”, “Trust The Wind” e “I’ll Be Here With You”, que falam de inspiração, amor e esperança e adquirem um novo significado nesses tempos conturbados.

Depois de passar vários anos regendo musicais na Broadway, mudou-se para Hollywood onde foi regente e arranjador vocal de clássicos Disney, como A Bela e A Fera (Beauty & The Beast), Aladdin, Pocahontas – O Encontro de Dois Mundos (Pocahontas) e O Corcunda de Notre Dame (The Hunchback of Notre Dame). O próximo passo foi compor canções e letras para Aladdin e os 40 Ladrões (Aladdin and the King of Thieves), da Disney, e a trilha instrumental de três seriados televisivos de animação e para o filme, Trick.

Como produtor de discos, fundou o seu próprio selo, MIDDER Music Records, tendo sido compositor e produtor de todos os CDs da magnífica Nancy LaMott, já falecida. As canções de Friedman também foram gravadas por astros da música como Diana Ross (“Your Love” – quatro Discos de Platina), Barry Manilow, (“We Live on Borrowed Time” e “You’re There”), Petula Clark, Laura Branigan, Jason Alexander, Laurie Beechman, Lainie Kazan, Leslie Uggams, Kristen Chenoweth, Heather Headley e muitos outros.

Seu oratório natalino, King Island Christmas, em co-autoria com Deborah Brevoort, já foi encenado em mais de 30 montagens por todo o mundo, e seu musical Chasing Nicolette, em co-autoria com Peter Kellogg, foi elogiadíssimo pela crítica em sua estréia no Prince Theater, da Filadélfia, devendo transferir-se em breve para a Broadway. Outro musical original, Desperate Measures, também em parceria com Peter Kellogg, estreou recentemente em Dallas e transferindo-se em seguida para Nova York.

A canção de Friedman premiada com o Disco de Platina, “Open Your Eyes to Love”, integrou a trilha de The Lizzie McGuire Movie. O compositor lançou recentemente seu songbook, contendo 63 de suas canções mais conhecidas, e em breve começará a trabalhar num novo CD solo e em dez novos CDs e DVDs póstumos de Nancy LaMott, incluindo Nancy LaMott Live at Tavern on the Green.

Recentemente, Friedman concluiu uma temporada off-Broadway de sua revista, intitulada Listen To My Heart-The Songs of David Friedman, apresentando Friedman e cinco dos melhores cantores da Broadway, interpretando 27 de suas composições. O CD com o show gravado está à venda nas lojas.

DEAN  PITCHFORD

DEAN PITCHFORD (Letrista – “Show Me /How the World Looks Through Your Eyes”) – O roteirista e compositor Dean Pitchford entrou para a indústria cinematográfica americana em 1980, depois de trabalhar como substituto de um dos integrantes do elenco da montagem de Pippin na Broadway, na década de 1970.

Escreveu o roteiro de Footloose – Ritmo Louco (Footloose, 1984) e o adaptou aos palcos da Broadway na temporada de 1998-1999. Também compôs as letras da montagem da Broadway de Carrie (1988). Seus créditos adicionais como roteirista incluem Sing (1989) e The Washing Machine Man (1991). Compôs o tema de seriados da TV como Solid Gold (1980) e Fame (1982), bem como a letra da canção “The Man in the Mask” de The Legend of the Lone Ranger (1981). Sua canção “Holding Out for a Hero” foi ouvida em Bandits (2001).

Seu trabalho pode ser ouvido em filmes como Sonhos no Gelo (Ice Princess), Shrek 2, Lizzie McGuire – Um Sonho Pop Star (The Lizzie McGuire Movie) e 101 Dálmatas II – A Aventura de Patch em Londres (101 Dalmations II: Patch’s London Adventure). Pitchford foi premiado com um Oscar da Academia e um Globo de Ouro com a canção-tema do filme Fama (Fame).

ALISON KRAUSS

ALISON KRAUSS (Cantora – “There is Life”) – Alison Krauss lançou 10 discos de estúdio, todos pela Rounder Records, com sua elogiada banda de longa data, a Union Station. Em sua carreira, já acumulou 17 Grammys, vários Country Music Association Awards, International Bluegrass Music Awards, entre dezenas de outros. Seus discos se tornaram sucessos de crítica e de vendagem, vencendo inúmeros discos de ouro e discos de platina, com vendas que ultrapassam os 7 milhões de discos. Krauss trabalhou em várias trilhas sonoras cinematográficas, tendo mais recentemente interpretado a canção indicada ao Globo de Ouro, “My Ain True Love”, e também “The Scarlett Tide”, ambas de Cold Mountain, e “What’ll I Do” for O Sorriso de Mona Lisa (Mona Lisa Smile). Gravou três canções para o álbum de grande sucesso da trilha sonora de E Aí, Irmão, Cadê Você? (O Brother, Where Art Thou?) Outros projetos cinematográficos para os quais Krauss contribuiu incluem Twister, Meia-Noite No Jardim do Bem e do Mal (Midnight in the Garden of Good and Evil), Divinos Segredos (The Divine Secrets of the Ya Ya Sisterhood) e Happy, Texas.

MARTINA MCBRIDE

MARTINA MCBRIDE (Cantora – “Show Me/How the World Looks Through Your Eyes”) – Martina McBride já vendeu mais de 14 milhões de discos, emplacou 20 sucessos entre os 10 primeiros das paradas, e recebeu mais de 70 prêmios e indicações. Ela é a atual detentora do título de Cantora do Ano da Country Music Association (pelo terceiro ano consecutivo) e também da Academy of Country Music (pelo segundo ano consecutivo).

É intérprete de canções ouvidas em filmes como Onde Mora o Coração (Where The Heart Is, “There You Are”), Noiva em Fuga (Runaway Bride, “I Love You”), Quando O Amor Acontece (Hope Floats, “Chances Are” – dueto com Bob Seger), Um Assassino À Solta (Switchback. “Safe In The Arms Of Love” e “Where I Used To Have A Heart”) e The Muppet Christmas Carol Soundtrack (“When Love Is Gone”).

MICHELLE LEWIS

MICHELLE LEWIS (Cantora/Letrista – “First Sign of Spring”) – A cantora e compositora Michelle Lewis é filha do saxofonista Morty Lewis e de uma cantora de estúdio profissional. Na sua infância, Lewis seguiu mais os passos da mãe, atuando em comerciais e fazendo participações regulares no programa infantil, Vila Sésamo (Sesame Street). Ao se formar em Psicologia pela Columbia University, com a ajuda do tio, ela conseguiu um emprego de coordenadora de produção do selo de jazz GRP. Com isso, ela se envolveu na cena das bandas nova-iorquinas que geraram Spin Doctors e Blues Traveler, entre outras. Também compôs números de dance-pop para artistas como Camille, the Todd Terry Project, Eternal, Deni Hines e Amy Grant. O desejo de produzir um material mais pessoal levou Lewis a se dedicar ao seu próprio álbum, Little Leviathan, lançado em 1998. O disco foi produzido por Steve Fisk (Geraldine Fibbers, Joan Osborne, Beat Happening, Screaming Trees).

Suas composições são ouvidas nos filmes A Nova Cinderela (Cinderella Story, “Now You Know”, interpretada por Hillary Duff) e Da Magia À Sedução (Practical Magic, “Nowhere & Everywhere”, interpretada por Lewis) e, na televisão, em Touched by an Angel (“Independence Day”, interpretada por Imani Coppola) e That’s So Raven (“Supernatural”, interpretada por Raven Symone).

RICHARD MARX

RICHARD MARX (Compositor – “Show Me /How the World Looks Through Your Eyes”)Compositor e produtor premiado com o Grammy, Richard Marx iniciou sua carreira como artista solo, em 1987, com o disco que leva seu nome e com o single de estréia, Don’t Mean Nothing. Permaneceu anos nas paradas das rádios pop e do segmento adulto da época, enquanto já trabalhava como produtor com alguns dos maiores nomes da indústria fonográfica, incluindo *NSYNC, Barbra Streisand, Josh Groban, Vince Gill, 98°, Luther Vandross, Kenny Rogers, Sarah Brightman, Lara Fabian, Sister Hazel, the Tubes e SHeDAISY. Mais recentemente, Marx foi compositor e produtor de discos de Emerson Drive, Natalie Cole, Keith Urban, Paulina Rubio, Kenny Loggins, Chris Botti, Michael Bolton, Chely Wright, Meredith Edwards, Hugh Jackman e Sissel.

Em fevereiro de 2004, venceu o Grammy de Canção of Ano com “Dance With My Father”, uma co-autoria com Vandross.

Recentemente, lançou um CD altamente pessoal e profundamente confessional, My Own Best Enemy, seu primeiro trabalho solo desde 1997. Entre os vários músicos que contribuíram com seu talento para o álbum, destacam-se o guitarrista e astro da música country Keith Urban, os guitarristas Michael Landau, Michael Thompson e Shane Fontayne, o baixista Glen Whorf e baterista Matt Laug.

Com o lançamento de seu novo CD, Marx se prepara para sua primeira turnê em vários anos.

MARCUS HUMMON

MARCUS HUMMON (Compositor – “Healing of a Heart”) – O cantor e compositor Marcus Hummon faz sucesso em Nashville há mais de uma década, compondo para os maiores nomes da música country, como Wynonna, Tim McGraw, Bryan White e Alabama. Hummon é um dos músicos mais bem sucedidos e inovadores de Nashville, compondo em parcerias com Mary Chapin Carpenter, SHeDAISY, Deana Carter e Martie Seidel. Suas composições também já foram gravadas por Steve Wariner, Sara Evans e as Dixie Chicks.

Com a Dixie Chick Seidel, compôs “Cowboy”, “Take Me Away” e “Ready To Run”, dois dos primeiros singles do segundo disco das Dixie Chicks, Fly, que chegaram ao topo da parada da Billboard na categoria Country Singles. “Ready to Run”, da trilha da comédia romântica estrelada por Julia Roberts e Richard Gere, Noiva em Fuga (Runaway Bride), deu a Seidel e Hummon uma indicação ao Grammy de 1999 de Melhor Música Country. Sua co-autoria em “Born to Fly” pôs Sara Evans no 1º lugar das paradas, e levou uma indicação ao prêmio de Melhor Música Country do Ano da CMA.

Hummon ainda encontrou tempo para gravar e lançar quatro discos de sucesso como artista solo: All in Good Time, The Sound of One Fan Clapping, Looking for the Child e Supernatural. Em sua carreira polivalente, ele publicou livros de poesias e as letras do seriado infantil animado da PBS, Book of Virtues. Compôs também três musicais de sucesso: American Duet (em parceria com Bill Feehely), Francis of Guernica, e o musical dramático, Warrior, baseado na vida de Jim Thorpe, o grande atleta americano.

MATT WALKER

MATT WALKER (Vice-presidente sênior de Música, DisneyToon Studios) – Walker supervisiona a música de todos os filmes do DisneyToon Studios e seus projetos especiais projetos. Ele foi o responsável pela contratação de artistas de prestígio mundial como Carly Simon e Phil Collins, e por fundir sua música com as de novos nomes na indústria como Tiffany Evans e a banda dos irmãos B5. Na primavera de 2000, voltou para a Disney, deixando a Fox, onde era vice-presidente sênior de música.

Durante seu período na Fox, supervisionou as trilhas de filmes como Titanic, Dr. Doolittle, Para Sempre Cinderela (Ever After), A Nova Paixão de Stella (How Stella Got Her Groove Back) e Armadilha (Entrapment). Antes disso, havia sido vice-presidente sênior de música da divisão de longas de cinema da Disney, onde supervisionou ou co-supervisionou as trilhas de Mudança de Hábito (Sister Act), Tina (What’s Love Got To Do With It), O Pai da Noiva (Father of the Bride), Fenômeno (Phenomenon), Íntimo e Pessoal (Up Close and Personal), entre outros. Iniciou sua carreira como supervisor musical da divisão de televisão Disney, em 1986. Mais recentemente, trabalhou com as grandes sensações das paradas musicais, Martina McBride e Alison Krauss, na trilha de Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta, e com a talentosa Reba McEntire, em O Cão e a Raposa 2 (The Fox & the Hound II).

SHARON MORRILL

SHARON MORRILL é a presidente e força-motriz do DisneyToon Studios. Ela inaugurou, em 1994, a divisão que, sob sua liderança criativa, tornou-se uma das empresas mais bem sucedidas da The Walt Disney Company.

Como presidente, é de Morrill o crédito de ter estendido a magia das franquias animadas Disney criando novas histórias para os personagens mais populares e queridos do mundo — como o Camundongo Mickey, o Ursinho Pooh, Bambi e Simba. A DisneyToon Studios produziu sucessos como Mogli – O Menino Lobo 2 (The Jungle Book 2) e Tigrão – O Filme (The Tigger Movie). No mercado de Home Entertainment, produziu nove dos 10 maiores recordistas de vendas em DVD/vídeo de todos os tempos. Sob sua supervisão, foram lançados filmes como O Rei Leão 2 – O Reino de Simba (The Lion King II: Simba’s Pride), A Dama e o Vagabundo 2 – As Aventuras de Banzé (Lady e the Tramp II: Scamp’s Adventure), Pooh’s Grand Aventura e Lion King 1 ½, entre outros clássicos de Walt Disney. Seu trabalho pioneiro nos últimos 11 anos estabeleceu novos parâmetros na indústria para o mercado de entretenimento de animação para a família.

Em 2005, supervisionou o grande lançamento de Pooh e o Efalante (Pooh’s Heffalump Movie), bem como Leitão – O Filme (Piglet’s Big Movie), Peter Pan – De Volta À Terra do Nunca (Return To Never Land), e o indicado ao Oscar de Melhor Curta-Metragem de 1997, Redux Riding Hood. Mais recentemente, seu trabalho inclui o lançamento em DVD e home video, Lilo & Stitch 2: Stitch Deu Defeito (Lilo & Stitch 2: Stitch had a Glitch), que foi recebido com entusiasmo.

O catálogo de títulos de Morrill e da DisneyToon Studios para 2006 parece igualmente promissor. O ano abre com o lançamento nos cinemas e em DVD de Bambi 2 – O Grande Príncipe da Floresta. O lançamento de Irmão Urso 2 (Brother Bear 2) dá continuidade às aventuras de Kenai, Koda, e de seus hilários amigos alces, Rutt e Tuke. O filme também inclui canções compostas e interpretadas pela incomparável Melissa Etheridge. Finalmente, Morrill e a DisneyToon Studios fecham o ano atual reunindo a popular cantora e atriz Reba McEntire com Patrick Swayze e o comediante Jeff Foxworthy, em O Cão e a Raposa 2 (The Fox and the Hound II), inspirado no filme original.

Morrill entrou para a Walt Disney Television Animation, em 1993, como diretora de especiais para supervisionar produções especiais com meia hora de duração exibidas em horário nobre. Seu primeiro projeto foi o especial de Halloween de grande audiência da CBS, Boo! To You Too, Winnie the Pooh, vencedor de um Emmy em 1997, tendo recebido duas indicações. Em seguida, vieram dois especiais adicionais de meia hora, Winnie the Pooh’s Thanksgiving e A Valentine for Winnie the Pooh, ambos indicados ao Emmy.

Antes de iniciar sua carreira na animação, ensinou um curso de roteiros durante seis anos na Faculdade de Cinema e Television, da University of Southern California, e acumulou uma rica experiência em cinema, como vice-presidente de desenvolvimento da Steel Pictures, na Disney e na Touchstone; vice-presidente de produção da Kings Road Entertainment; vice-presidente de desenvolvimento da Solofilm Co., e executiva de produção do De Laurentiis Entertainment Group.
Morrill integra a junta diretora da instituição beneficente Free Arts for Abused Children, é membro da Everychild Foundation e do Conselho Consultivo da Interlochen Center for the Arts. Ela também é membro da ASIFA e a Academia de Artes & Ciências da Televisão.

FICHA TÉCNICA

Dirigido por
Brian Pimental

Produzido por
Jim Ballantine

Argurmento de
Brian Pimental e Jeanne Rosenberg
Roteiro de
Alicia Kirk

Baseado no livro Bambi de
Felix Salten

Diretor de Unidade
Alexs Stadermann

Produtor de Unidade
Debbie Cramb

Elenco de Dubladores e Direção dos Diálogos

Jamie Thomason

Dublado por
Patrick Stewart … O Grande Príncipe
Alexander Gould … Bambi
Keith Ferguson … Amigo Coruja
Brendon Baerg … Tambor
Nicky Jones … Flor
Andrea Bowen … Faline
Anthony Ghannam … Ronno
Makenna Cowgill, Emma Lima e Ariel Winter … Irmãs do Tambor
Brian Pimental … Marmota e Porco-Espinho
Carolyn Hennesy … Mãe de Bambi
Cree Summer … Mena

Trilha Original e Regência de
Bruce Broughton

Diretora de Arte
Carol Kieffer Police

Montado por
Jeremy Milton
Mark Solomon

Diretor Técnico
Glo Minaya

Produtor Associado
Dave Okey

SUPERVISORES ARTÍSTICOS
Chefe de História
Benjamin Gluck

Supervisor do Guia de Estilo
Olivier Adam

Diretores de Layout

Olivier Adam
James Finch

Supervisor de Animação
Pieter Lommerse

Diretor Digital

Damian Temporale

Supervisores de Efeitos
Julian Hynes
Marvin Petilla

Supervisor de CGI

Matthew Jones

Supervisores de Cenários
Beverley McNamara
Piero Sgro

Supervisores de Arte-Final

Nicole Zarubin
Terry O’Toole

Supervisor de Intermediários

Michael Pattison

Planejamento de Cenas & Supervisor de Composição
Jeannette Manifold Supervisor de Pintura
Ania Forster

Supervisor de Verificação & Escaneamento
Chris O’Connor

Gerentes de Produção
Barbara Olson
Aaron Stannard

HISTÓRIA
Artistas de História
Robert Sledge Holly Forsyth
Carole Holliday Ray Shenusay
Robert Lence Larry Leker

Material de Roteiro Adicional
Nick Thiel
Roger S.H. Schulman

DESENHO
Desenho de Personagem
Arturo A. Hernandez
Robert McKnight
Ritsuko Notani
Robert Sledge

Estilista de Cor
Jill Stirdivant

LAYOUT
Artistas Sêniores de Layout
Abeth Dela Cruz Bill Hodman
Vic Villacorta Andrew Wolf

Artistas do Guia de Estilo
Marc Camelbeke Kevin Nelson
Karen Keller Allan Tam

Artistas de Layout
Alex Casin Archi Bolina
Zhiqiang Ding Gener Ocampo
Vincenzo Nisco Stefano Pastorino
Mark Sonntag

ANIMAÇÃO DE PERSONAGEM
BAMBI
Supervisor de Animação

Andrew Collins

Animadores Sêniores
Manny Banados Davide Benvenuti
Andrew Brooks Noel Cleary
Myke Sutherland

Animadores
Georges Abolin Farouk Cherfi
Satjit Matharu James McGinlay
Kathie O’Rourke Gie Santos
Tobias Schwarz Rizaldy Valencia

Assistente de Animador
Tim Mitchell

GRANDE PRÍNCIPE
Supervisor de Animação

Pieter Lommerse

Animadores Sêniores
Simon Ashton Andries Maritz

Animadores

Michael Badman Richard Bailey
Deborah Cameron Jerome Co
Jonathan Dower Brian Estanislao
Sachio Nishiyama Donald Walker
Nowell Villano

Assistente de Animador
Daryl Brougham

RONNO
Supervisor de Animação
Bernard Derriman

Animadores Sêniores
Adam Murphy Lianne Hughes

Animadores
Tom Caulfield Manuk Chang
Nick Debray Federico Ferrari
Kayn Garcia Romy Garcia
Samantha Youssef Kevin Wotton

Assistente de Animador
Ben Morgan

TAMBOR
Supervisor de Animação
Ian Harrowell

Animador Sênior
Robert Mason

Animadores
Donna Brockopp Lily Dell
Allan Fernando Warwick Gilbert
Rowena Hamlyn-Aspden Dawn Lam
Royce Ramos Jocelyn Sy

Consultor de Animação

Andreas Deja

ANIMAÇÃO DE EFEITOS
Animadores Sêniores de Efeitos
Darren Keating Olivier Malric

Animadores de Efeitos
Edwin Bocalan Michael Leske

Assistentes de Efeitos
Jon Baker Carol Bocalan
Ben Grimshaw Joseroehl de Guzman
Paul Fogarty Alex Major
Adriano Mondala Stuart Packwood
Phoenix Leonard

ANIMAÇÃO DIGITAL

Chefe de CGI
Lajos Kamocsay

Animador Sênior de CGI
Simon Alberry

Animadores de CGI
Bob Baxter Andrew Kimberley
Hock-Lian Law Ian Richards
Sheryl Sackett Aaron Burton
Alexander Stavrev

CENÁRIOS
Chefe de Cenários
Chris Brock

Artistas de Cenários
Doug Ball Hye Y Coh
Barry Dean Julie Eberley
Scott Fassett George Humphry
Carolyn Guske-Amaral Natasha Liberman
Jerry Liew Pierre Lorenzi
Patrick Muylkens Sara Rivers
Michael Rule Nadia Vurbenova-Mouri
Bernard Yohalin James Zheng

Controles de Cenários
Lou Police

Compositor de Cenários
Greg Farrugia

Assistentes de Artista de Cenários
Ernie Pava
Mickey Zurcher

ARTE-FINAL DA ANIMAÇÃO
BAMBI
Chefe de Arte-Final

Nicole Zarubin

Artistas Sêniores de Arte-Final
Manny De Guzman Elio Lischetti
Imelda Mondala Suk Hee Park

Arte-Finalistas
Mardi Davies Sonny Esquillon
Jackie Fry Anna Jukic
Richard Pace

GRANDE PRÍNCIPE
Chefe de Arte-Final

Terry O’Toole

Artistas Sêniores de Arte-Final
Matt Baker Michael Comino
David Hardy Jeanette Imer
Jay Rosales

Arte-Finalistas
Kevin Comty Daryl Peninton

RONNO
Chefe de Arte-Final
Kevin Condron

Artista Sênior de Arte-Final
Kristina Reay

Arte-Finalistas
Kristine Cotton Peter Eastment
Mia Sin Richard Trefry

TAMBOR
Chefe de Arte-Final
Cerissa Grieve

Artistas Sêniores de Arte-Final
Jeff Edwards Alexa Summerfield

Arte-Finalistas
Nick Ashby Tony Davis
Max Gunner Conille Felias

ANIMAÇÃO DE INTERMÉDIOS
BAMBI

Intermediarista-Chefe
Michael Ward

Intermediarista Sênior
Leonard Ward

Intermediaristas
Andrew Burchett Edwin Fong
Alex Ho Geoff Ind
Mark Ingram May Wa Leng
Jenny Lui John Trudgian

GRANDE PRÍNCIPE
Intermediarista-Chefe

Michael Pattison

Intermediarista Sênior
Xiao Mei Miao

Intermediaristas
David Cook Wendy Boyce-Davies
Enrique Gallardo Antony Ngong -Yeung Lam
Gary Petersen

RONNO
Intermediarista-Chefe

Charlotte Walton

Intermediarista Sênior
Michelle Lindner

Intermediaristas
Matt Boug Nam Doan
John Horvath Miles Jenkinson
Cesar Mondala Brooke Stewart

TAMBOR
Intermediarista-Chefe

Jason Trevenen

Intermediarista Sênior
Morris Lee

Intermediaristas
Tony Ambrose Cade Butler
Daymon Greulich Laura Lyubomirsky
Daniel MacGregor

PLANEJAMENTO DE CENAS/COMPOSIÇÃO
Planejadora Sênior de Cenas

Mary Lescher

Planejadores de Cenas
Sylvie Fauque-Bennett
Kristi Connolly
Tanya O’Leary
Mike Dugard

Compositores Sêniores
Andrew Coates
Mark Evans
Elias Macute

Compositor
David Costello

PINTURA, VERIFICAÇÃO & ESCANEAMENTO
Pintores
Pamela Damiel
Heidi Friese
Adam Gunn
Helen Orth
Poppy Katsikaros

Chefe de Verificação
Kris Gardiner

Verificador Sênior
Anthony Quelch

X-sheeting & Escaneamento
John Barrett Amanda Earle
John Linn Christopher McManus
Polina Omelchuk

PRODUÇÃO DIGITAL
Produtor Digital
Doug Little

Gerente de Tecnologia Digital
Martin Caden

Gerentes de Sistemas
Alastair Cousins
Craig Mason

Engenheiro de Software
Victor Tangendjaja

Engenheiro de Sistemas
Edgar Dela Cruz

Assistentes de Gerente de Sistemas
Cheok Chow
Daniel Hreszczuk

Diretores Técnicos Adicionais
Darren Clark
Pete Kranjcevich
Heather McClenahan

Estilista Supervisora de Cores
Jenny North

Gerente de Produção Digital Sênior
Traci Balthazor

Assistente de Gerente de Produção Digital
Niki Carras

PRODUÇÃO
Supervisores de Produção
Jeffrey Moznett
Todd Popp

Assistentes de Gerente de Produção

Layouts Nathan Massmann
Cenários Nicole Psalidas

Animação & Montagem
Allison Cain

Arte-Final & Intermédios
Samantha Honan

SP/Comp/Verificação & Escanemaneto/Pintura
Sandra Beerenbrock

Efeitos Especiais & CGI
Lucinda Glenn

Coordenadores de Produção
Amy Wardrop
Carine Buncsi
Chris Collins
TJ Libman
Linda Luong
Eric Orner
Diane Aw Yong

Associado de Produção

Ty Bosco

Verificadores de Continuidade
Lynn Singer
Helen O’Flynn
Nick Yates

Contador Sênior de Produção
Maral Simonian

Contador de Produção
Andrew Meagher

Assistente de Contadora de Produção
Vanessa Stewart

Gerente Financeiro de Produção
John Egan

Controladores de Produção
Kim Kelly
Anna Azevedo-Fox

Supervisor de Elenco
Daniel J. Soulsby

Coordenador de Elenco
Ben Malbrough

Secretárias de Produção
Tami Kortepeter
Felicity McLean
Tessa Cutler
Rebekah Needham
Jeszen Shih

PRODUÇÃO ADICIONAL
Desenvolvimento Visual

Thom Enriquez
David Dunnet
Jeff Richards
Fred Warter

Desenho de Personagem
Tony Derosa

Artistas Adicionais de História
Andrew Austin Eric Koening

Guia de Estilo
Mad Cow Pictures

Animação
Ron Husband
Theresa Wiseman
Australis Productions

Arte-Final da Animação
Jamie Bolio

Animação de Efeitos
Tim Brothers Jeff Howard
Sarah Newall Adam Phillips

Consultor de Efeitos Visuais
David Bossert

Cenários

Darren Carney

Animação de Intermédios
Joseph Manifold
Kelly Bergsma

Efeitos do Rolo de História
Dave Vamos
Karen White

Apoio de Produção
Libby Wilson

MONTAGEM & PÓS-PRODUÇÃO
Segundo Montador

Karen Hathaway

Montador de Unidade
Matthew Perry

Assistente de Montador
Barbara Gerety

Montadores Adicionais de Rolo de História

Lisa Linder Silver
Patrick Voetberg

Supervisor de Pós-Produção
Mark Bollinger

Coordenador de Pós-Produção
Peiyu Foley

Leitura de Track
Skip Craig

Colorização Digital & Software de Pintura
Toon Boom Technologies

Copiagem Digital
Walt Disney Feature Animation Camera Department

Ajuste de Cor
Chris De La Guardia

Corte de Negativo

Mary Beth Smith

Produzido & Distribuído em
Eastman Film

Montadores Contribuintes
Greg Perler
Tim Mertens

SOM
Supervisor de Edição de Som/Engenheiro de Som

Donald J. Malouf

Supervisor de ADR/Diálogos
Thomas G. Whiting

Edição de Diálogos
Charles W. Ritter

Edição de Sonoplastia
Dan Yale

Assistente de Edição de Som
Ann L. Thornberg

Sonoplastas
John Roesch
Alyson Moore

Mixagem da Sonoplastia
MaryJo Lang

Gravador da Sonoplastia
Scott Morgan

Mixagem de Regravação
Terry O’Bright
Keith Rogers

Serviços de Som de Pós-Produção
Buena Vista Sound

Gravação de Diálogos Original
Carlos Sotolongo
John “JK” Kestler
Greg Lhotka

Assistente de Engenheiro de Diálogos
Amir Hematyar

Engenheiros de ADR
Cameron Davis
Doc Kane

Gravador
Erik Flockoi

Vozes Adicionais

Mary Day Alexis Restrum
George Shenusay Kath Soucie
Jordan Orr Frank Welker

Grupo de Enlace
David Cowgill Nicholas DeLaurentis
Harrison Fahn Jackie Gonneau
Wendy Hoffmann Mary Mauser
Mark Robert Myers Grace Rolek
Jennessa Rose Jeremy Shada
W. K. Stratton

CANÇÕES
“There Is Life”

Letra e Música de
David Freidman

Interpretada por
Alison Krauss

Arranjos de
Scott Erickson

Alison Krauss foi cedida pela Rounder Records

“First Sign of Spring”
Letra e Música de
Michelle Lewis & Daniel Petty

Interpretada por

Michelle Lewis

Arranjos de
Scott Erickson
Bill Elliot

“Through Your Eyes”
Letra e Música de

Richard Marx & Dean Pitchford

Interpretada por
Martina McBride

Produzida por
Paul Worley & Martha McBride

Martina McBride foi cedida pela RCA Records, Nashville

“The Healing of a Heart”
Letra e Música de

Marcus Hummon

Interpretada por
Anthony Callea

Produzida por
Marcus Hummon

Anthony Callea foi cedido pela Sony BMG Music Entertainment
(Austrália) PTY Limited

“Love Is A Song”
Letra e Música de

Frank Churchill & Larry Morey

“Let’s Sing A Gay Little Spring Song”
Letra e Música de

Frank Churchill & Larry Morey

Interpretada por
Brian Pimental

A trilha instrumental também inclui trechos musicais do longa-metragem original de 1942 BAMBI composta por
Frank Churchill & Ed Plumb

Supervisor Musical
Steven Gizicki

Edição Musical
Dominick Certo M.S.P.E.

Editor Musical, Trilha Temporária
Tommy Holmes

Vocais das Canções Gravados por
Cary Butler
Armin Steiner

Trilha Gravada no
20th Century FOX Studios

Trilha Mixada no
O’Henry Sound Studios

Trilha Gravada e Mixada por
Armin Steiner

Canções Mixadas por
Nathanial Kunkel

Produção Musical Adicional da Trilha
Ed Kalnins

Contratação da Orquestra
Reggie Wilson

Preparação Musical da Trilha

Julian Bratolyubov

Arranjos Adicionais da Trilha
Bill Elliott
Mark Walters

Violinista Solo
Belinda Broughton

Contratação Vocal
Bobbi Page

Arranjos do Coro Vocal de
Bobbi Page

Coro e vozes de apoio:
Johnny Britt Dwayne Condon
Randy Crenshaw Kevin Dorsey
Casey Hands Karen Harper
Nicholas Harper Bobette Jamison-Harrison
Scottie Haskell Rick Logan
Zoe Merrill Aaron Page
Bobbi Page Andrea Robinson
Susan Stevens Logan Oren Waters
Eyvonne Williams Terry Wood

Copista das Canções
Booker White
Jennifer Hammond

Consultor Musical de Pré-Produção
Stephen Oremus

Administrador de Produção Musical
Jason Henkel

Coordenadores de Produção Musical
Clint Heidorn
Abraham Lara

ELENCO DA VERSÃO BRASILEIRA
MÁRCIO SEIXAS … GRANDE PRÍNCIPE
MATHEUS PERISSÉ … BAMBI
PIETRO MARIO … AMIGO CORUJA
LUCIANO MONTEIRO … TAMBOR
YAN GESTEIRA … FLOR
LUIZA CESAR … FALINE
BERNARDO COUTINHO … RONNO
ANA ELENA & PAMELA RODRIGUES … IRMÃS DO TAMBOR
CLAUDIO GALVAN … MARMOTA
MAURO RAMOS … PORCO-ESPINHO
ISABEL LIRA … MÃE DO BAMBI
MABEL CESAR … MENA

Direção dos Diálogos da Versão Brasileira:

GUILHERME BRIGG

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