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Esta
matéria foi escrita com base no DVD Região
1 (R-1) de CINDERELLA - ESPECIAL EDITION, compatível
com players fabricados nos Estados Unidos e Canadá. |
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Seguindo
o padrão da maioria das edições
especiais Disney lançadas nos EUA, CINDERELA
chega um estojo Amaray duplo de cor preta envolvido
em uma luva cartonada que reproduz a arte da capa.
A parte frontal da luva possui uma aba que pode ser
aberta (estilo capa de livro) para revelar uma lista
dos extras presentes no DVD. Dentro do estojo ainda
encontramos um Guia do DVD que proporciona uma listagem
completa do material bônus assim como maiores
detalhes sobre os mesmos.
Para
os fãs mais exigentes, ainda há a
opção de se adquirir CINDERELA em
um Box set especial que, além do DVD, inclui
uma série de oito desenhos dos personagens,
um frame do filme e um livro de 160 páginas.
O box que guarda todo esse material é muito
bonito e designado para atrair os olhos dos fãs
mais adultos. O livro, apesar de compacto, tem ilustrações
de alta qualidade (compostas por imagens do filme,
da produção e arte conceitual) e conta
a história do filme e de sua produção,
entrando em detalhes como origens da história,
dos personagens, o uso de referência live-action
e seu lugar no panteão Disney. Os desenhos
dos personagens foram desenhados pelo legendário
animador Disney Ollie Johnston e refinados por um
animador da geração mais recente,
Andreas Deja. E finalmente, o frame do filme mostra
a cena em que Cinderela recebe seu vestido de baile
(dita ser a preferida de Walt Disney). Apesar do
preço salgado, o box pode atiçar a
curiosidade dos fãs e é um belo item
para se ter na coleção.
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Quem
possuiu outras edições especiais do
estúdio como BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES
e BAMBI já deve estar familiarizado com o
fantástico trabalho de restauração
que a Disney faz em seus principais títulos.
Ainda assim, não há como negar que
a Disney se superou com este DVD de CINDERELA. Apresentado
em seu formato original de tela com proporção
1.33:1, o filme parece ter sido feito cinco dias
atrás, e não cinqüenta anos.
Com
uma incrível definição do primeiro
ao último quadro, todos os mínimos
detalhes e texturas das células de animação
e dos cenários são destacados como
nunca antes, valorizando muito mais o trabalho dos
artistas e dando a CINDERELA um requinte artístico
extra que antes não era totalmente visível.
As cores literalmente saltam da tela, elevando ainda
mais a carga emocional do filme. Acredito que nem
segurando as células de animação
originais seria possível ver as cores tão
vivas como nessa transferência. Talvez o mais
impressionante seja o quão limpa é
a imagem – não há nenhuma granulação,
marca, mancha ou qualquer falha de película
a ser vista. Compressão digital também
não é um problema, pois não
há qualquer tipo de artefato digital.
Com
resultados tão impressionantes como este,
nos basta bater palmas de pé para todos os
envolvidos nessa restauração, que
preserva e dá vida nova para um grande clássico
do cinema.
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Assim
como outros DVDs da Platinum Collection, CINDERELA
inclui uma trilha em Dolby Digital 5.1 intitulada
Disney Enhanced Home Theater Mix. Apesar da faixa
realmente ter sido produzida com o ambiente de um
home theater em mente, não espere uma trilha
ativa como as de ALADDIN e O REI LEÃO, já
que CINDERELA foi originalmente mixado em mono (ou
seja, utilizando apenas um canal de som). Felizmente,
a faixa em 5.1 respeita as origens do filme e não
tenta inventar muito em termos de efeitos surround,
dando apenas uma ligeira ambientação
maior na trilha original.
Sendo
um filme antigo, o maior critério para a
avaliação é a qualidade dos
elementos sonoros, e CINDERELA apresenta uma trilha
surpreendentemente limpa para um filme de 50 anos,
sem ruídos desagradáveis ao fundo
e diálogos que soam cristalinos aos ouvidos.
Estes ficam ancorados no canal central, assim como
os efeitos sonoros. A trilha musical é o
único elemento que realmente se beneficia
da mixagem em estéreo, sendo propriamente
distribuída entre os cinco canais e em certas
cenas criando uma boa sensação de
envolvimento. O subwoofer não recebe grande
atenção durante o filme, a não
ser para complementar ligeiramente a trilha sonora,
mas CINDERELA não é um filme que necessita
de alta freqüência dos graves.
Ainda
que não tão positiva quanto a DEHTM
de BAMBI, a mixagem em 5.1 de CINDERELA dá
nova vida sonora ao filme sem trair suas origens,
realçando ligeiramente a trilha sonora e
apresentando os diversos elementos sonoros na melhor
forma possível. Para quem preferir escutar
ao filme como ele foi lançado originalmente
nos cinemas, o DVD ainda inclui a trilha em inglês
em mono 1.0. Duas trilhas 5.1 dubladas em francês
e espanhol também foram incluídas.
Legendas do filme são disponíveis
apenas em inglês.
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Esta
edição dupla de CINDERELA representa
o primeiro lançamento do filme no formato
digital. Sendo parte da Platinum Collection, antes
mesmo de colocar o disco no player sabemos que iremos
encontrar uma longa lista de extras. E realmente,
em termos de quantidade de extras CINDERELA não
decepciona. Infelizmente, a qualidade de alguns
dos mesmos é discutível.
Sendo
um lançamento importante como este, creio
que muitos esperavam por uma trilha de comentários
em áudio com os principais historiadores
e artistas Disney, a exemplo do que foi feito em
DVDs como BRANCA DE NEVE e FANTASIA. Mas parece
que o estúdio do Mickey preferiu tomar proveito
do fato de que CINDERELA certamente será
um campeão de vendas para fazer propaganda
de outras áreas da companhia – mesmo
que essas nada tenham a ver com o filme.
Os
extras do primeiro disco caem nessa categoria. O
primeiro, Cinderella Stories Presented By
ESPN Classics (33:45), é um documentário
apresentado por Joe Namath sobre diversos esportistas
como Lance Armstrong e (!) Pelé que, assim
como Cinderela, venceram todos os obstáculos
apesar das dificuldades. O que um extra desse tipo
faz em um DVD como CINDERELA além de fazer
propaganda da ESPN Classics (que por acaso é
comprada pela Disney) é algo que eu não
consigo imaginar.
O
restante dos extras do disco se encontram na seção
Música &
Mais. Vídeo musical
de “A Dream Is a Wish Your Heart Makes”
(3:50) é um clipe de uma terrível
versão pop da clássica canção
interpretada por uns moleques do Disney Channel
sem talento algum. Como se o vídeo não
fosse ruim o bastante, ainda temos que sofrer por
um superficial making of (3:19)
do mesmo.
Na
mesma seção ainda encontramos um segundo
vídeo clipe: “Every Girl Can
Be a Princess” (2:27) interpretado
por Cinderela e apresentando cenas de diversos outras
princesas Disney. Com um ritmo meloso e letras nada
inspiradoras, também não é
algo que eu irei querer assistir novamente.
Uma
prévia do disco 2 (0:54)
apenas lista alguns dos extras a serem encontrados
no segundo disco.
O
disco ainda inclui uma boa quantidade de trailers
para outros lançamentos Disney que podem
ser até mais interessantes que os extras
vistos até agora. Estes são: A DAMA
E O VAGABUNDO: EDIÇÃO DE PLATINA,
O GALINHO CHICKEN LITTLE, CINDERELA III (como se
o segundo já não tivesse sido ruim
o bastante), PRINCESAS DISNEY, A PEQUENA SEREIA:
EDIÇÃO ESPECIAL (finalmente!), A NOVA
ONDA DO KRONK, BAMBI E O GRANDE PRÍNCIPE
DA FLORESTA (na verdade uma pequena cena do filme
envolvendo Tambor e suas irmãs), A MAIOR
AVENTURA DO URSINHO POOH, TOY STORY: EDIÇÃO
DO 10° ANIVERSÁRIO, CARROS e um comercial
para Cinderellabration na Walt Disney World.
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Os
melhores extras do DVD se encontram neste segundo
disco. Direcionados em sua maioria aos fãs
adultos, aqui encontramos material que realmente tem
relação com o filme e que vale a pena
ser assistido.
Na
seção Cenas
Cortadas podemos ver duas idéias
que foram discutidas mas finalmente descartadas por
Walt Disney e sua equipe durante a produção
de CINDERELA. Ambas são duas seqüências
musicais: a primeira, “The Cinderela
Work Song” (3:20), mostra Cinderela
imaginando como poderia terminar seu serviço
a tempo de ir para o baile se pudesse se multiplicar
em um exército de Cinderelas. “Dancing
on a Cloud” (4:35) é uma versão
alternativa da cena em que Cinderela dança
com o Príncipe, neste caso mostrando o casal
dançando nas nuvens acompanhados de uma canção
mais melancólica do que a acabou sendo utilizada
no filme. Ambas cenas são apresentadas no formato
storyboard e são muito interessantes por mostrarem
os caminhos que o filme poderia ter tomado. Ainda
temos uma introdução (1:55) com Don
Hahn, produtor de sucessos como A BELA E A FERA, que
explica o motivo das cenas terem sido excluídas.
Em
Música &
Mais encontramos uma interessante
sorte de materiais de arquivo. Cinderella
and Perry Como (6:18) é um extrato
de um programa de televisão apresentado por
Perry Como onde as canções do filme
fizeram sua estréia. Contando com a participação
de Ilene Woods (a voz de Cinderela) e as irmãs
Fountaine, é interessante ver como o filme
foi divulgado cinco décadas atrás, e
o fato de ser extremamente datado e até mesmo
bobinho apenas adiciona ao charme.
“Cinderella”
Title Song (2:16) se trata de uma versão
demo da canção, interpretada aqui pelos
compositores ao piano. Mais canções
demo podem ser encontradas em Canções
Cortadas. Aqui encontramos sete músicas
que foram compostas, mas cortadas do filme durante
a produção. Estas são: “Sing
A Little, Dream A Little” (2:53), “I’m
In The Middle Of A Muddle” (1:59), “The
Mouse Song” (1:41), “The Dress My Mother
Wore” (2:41), “Dancing On A Cloud”
(3:48), “I Lost My Heart At The Ball”
(2:09) e “The Face That I See In The Night”
(2:37). As canções expandem diversos
temas da história, ou então apresentam
versões diferentes de outras presentes no filme.
Todas valem a pena serem conferidas e mostram de forma
interessante o que foi perdido no caminho de Cinderela
para as telas. Considerando o fato que este material
provavelmente ficou esquecido nos arquivos por vários
anos, a qualidade de áudio é aceitável.
Encontramos
mais material de áudio em Programas
de Rádio. “Extrato de Village
Store” (2:35) data de 25 de março de
1948, e foi gravado no dia em que Ilene Woods foi
escalada como Cinderela. Ela conta como conseguiu
o papel e interpreta “When You Wish Upon a Star”
de PINÓQUIO. “Gulf Oil Presents”
(5:25) de 1950 também conta com a presença
de Ilene Woods, que fala sobre sua participação
no filme e interpreta “A Dream Is a Wish Your
Heart Makes” (tudo obviamente seguindo um script).
Em “Scouting de Stars” (4:25) de 23 de
fevereiro de 1950, Ilene fala sobre sua carreira e
novamente conta como foi escalada para o filme. Apesar
de um pouco repetitivos, esses programas são
uma viagem na máquina do tempo aos anos 50
e fico feliz por sua inclusão no disco.
Como
já é de costume, em Jogos
e Atividades encontramos os extras
designados para uma demografia mais jovem. Neste caso,
foram criados com meninas pequenas em mente e, sem
surpresa, servem de propaganda para a linha de princesas
da Disney.
Provavelmente
o pior extra já criado para um DVD Disney,
Casa da Realeza (17:57) mostra Sally,
uma menina irritante de algum seriado do Disney Channel,
visitando uma série de estilistas, decoradores
e uma princesa de verdade para ensinar como se vestir,
viver e se comportar como uma princesa. Além
de fazer propaganda para o programa Extreme Makeover
e divulgar produtos Disney, o único propósito
desse extra é ensinar menininhas a serem superficiais
e se importarem com sua aparência.
No
domínio de jogos, encontramos The Royal
Life DVD-ROM Design Studio, que apresenta
atividades como designer de vestido, designer de castelo
e decorador de quarto. Novamente, nada que agradará
quem não for uma menina de seis anos de idade.
Festa
do Pijama das Princesas mostra clipes de
diversas princesas Disney e encoraja as crianças
a imitarem seus passos de “dança”.
“Sorria como Bela... Pule como Ariel...”
Como não poderia deixar de ser, há um
comercial para o DVD das Princesas Disney ao final.
Guardada
para o final, a melhor e maior parte dos extras se
encontra na seção Bastidores
Disney. O primeiro item nessa seção
é um documentário chamado From
Rags to Riches: The Making of Cinderella
(38:26). Dividido em quatro capítulos, o featurette
inclui depoimentos dos historiadores John Canemaker,
John Culhane e Christopher Finch, compositor Richard
Sherman, animadores Ollie Johnston, Frank Thomas,
Milt Kahl, Marc Davis, Ward Kimball, Mark Henn, Andreas
Deja e Glen Keane, crítico Joel Sigel, professor
de musicologia Daniel Goldmark e dubladores Ilene
Woods, Mike Douglas e Lucile Bliss. O documentário
relata as origens do projeto, a situação
econômica dos estúdios Disney na época
da produção, a identificação
de Walt com a história de Cinderela, o trabalho
dos Nine Old Men no filme e as tarefas de cada um,
o uso de live-action para salvar custos na animação,
a escalação dos atores para fazer a
voz dos personagens, o trabalho dos compositores do
filme e o sucesso da trilha sonora, curiosidades das
gravações e o impacto do filme para
os estúdios Disney. Fazendo uso de entrevistas
recentes e outras gravadas há dez anos atrás,
o making of inclui informações interessantes
e proporciona uma boa exploração da
produção de CINDERELA.
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The
Cinderella That Almost Was (14:10) age como
um complemento para o documentário principal.
Apresentado por Don Hahn, aqui acompanhamos o projeto
nos estúdios Disney desde sua primeira encarnação
como um curta Laugh-O-Gram, passando por um desenho
não produzido para a série Sinfonias
Ingênuas e versões alternativas do longa-metragem
desenvolvidas durante os anos 40. Através de
desenhos e storyboards, ficamos sabendo de idéias
descartadas como a inclusão de um corvo e uma
tartaruga ao elenco de animais ou então de
personagens e cenas que foram deixados de fora, como
uma hilária seqüência em que um
professor de música tentaria ensinar as irmãs
feias a cantar. Um dos extras mais interessantes do
disco que deve proporcionar até aos fãs
Disney mais devotados uma boa quantidade de novas
informações.
Conhecidos
como os nove maiores animadores que um dia já
seguraram um lápis, os Nine Old Men foram responsáveis
por alguns dos mais memoráveis momentos na
história da animação. Em From
Walt´s Table: A Tribute To Disney´s
Nine Old Men (22:09) temos uma justa homenagem
ao talentoso grupo. Moderado pelo crítico Joel
Sigel, aqui temos o encontro de alguns dos maiores
nomes atuais da animação como Glen Keane,
Don Hahn, John Musker, Ron Clements, Brad Bird, Mark
Hehn e Andreas Deja a fim de discutir o trabalho dos
grandes mestres e como eles influenciaram suas visões
como artistas. Além de sabermos um pouco mais
sobre o trabalho de cada um dos Nine Old Men, o featurette
ainda inclui algumas entrevistas de arquivo com os
famosos animadores. Para qualquer fã de animação
este é um extra que não deve ser perdido.
Outro
featurette muito interessante é The
Art of Mary Blair (15:00), que discute o
trabalho da famosa artista que influenciou o visual
de CINDERELA e de diversos outros filmes Disney como
ALÔ AMIGOS, CANÇÃO DO SUL, ALICE
NO PAÍS DAS MARAVILHAS e PETER PAN, além
de ser responsável pelo design da atração
da Disneyland It´s a Small World. É uma
boa chance para aqueles que não são
familiarizados com as obras de Mary Blair conhecerem
um pouco mais sobre o fantástico talento da
artista.
Comparação
Entre Storyboard e Filme (6:50) é
exatamente isso que o título implica. Aqui
temos a cena de abertura em suas duas versões:
storyboard, que é exibido na parte superior
da tela, e o filme final, que é mostrado na
parte inferior. O que torna o extra mais interessante
é o fato de alguns storyboards na verdade serem
fotografias tiradas durante as filmagens com os atores
para referência aos artistas.
Galerias
de Cinderela inclui uma variedade de galerias
de imagens: Desenvolvimento Visual (53 imagens); Arte
de Mary Blair (31); Design dos Personagens: Cinderela
(20), Fada-Madrinha (12), Madrasta (7), Meias-irmãs
(9), Jaq & Gus (11), Lúcifer (5), Príncipe
(8) e Vários (17); Design de Figurinos (18);
Arte de Storyboards (31); Layouts e Cenários
(63); Referência Live-Action (45); Fotos de
Produção (20) e Publicidade (22). As
galerias podem ser exploradas manualmente ou então
em forma de show de slides. Apesar de desejar que
as galerias de personagens fossem um pouco maiores,
temos uma boa quantidade de imagens e que proporcionam
uma boa exploração da arte e outras
áreas da produção de CINDERELA.
Datado
de 1922, Laugh-O-Grams: “Cinderella”
(7:26) é um curta mudo produzido por um jovem
Walt Disney. Obviamente a animação é
arcaica para os padrões atuais, mas se considerarmos
a época que foi feito, há algumas idéias
e gags bem interessantes. Um dos aspectos mais interessantes
é que o desenho tenta dar um aspecto então
moderno à história, fazendo do Príncipe
um caçador de ursos e a história obviamente
se passando nos anos 20 em uma pequena cidade americana.
É historicamente interessante.
Em
um extrato do programa Mickey Mouse Club
(3:57) dos anos 50, vemos a atriz Helene Stanley (que
serviu de inspiração para os animadores
em CINDERELA e A BELA ADORMECIDA e interpretou Polly
Crockett no seriado Disney DAVY CROCKETT) interpretar
uma cena de CINDERELA vestida como a personagem-título,
enquanto os Mouseketeers ficam com o papel de ratinhos.
Outra interessante peça trazida dos arquivos
Disney.
Na
seção Trailers de Cinema
temos uma coleção de trailers feito
para divulgar CINDERELA através dos anos: 1950
(0:27), 1965 (2:23), 1973 (1:26), 1981 (1:34), 1987
#1 (1:59) e 1987 # 2 (1:29). Considerando que a Disney
parece relutante em incluir um extra tão básico
como trailers em seus últimos DVDs, é
ótimo ter uma quantidade tão extensa
incluída aqui.
O
ultimo item do disco é Dreams Come
True: See How You Can Get Involved (1:32),
um anúncio para as diversas instituições
de caridade apoiadas pela Disney. |
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Um
dos animados mais populares de todos os tempos, CINDERELA
pode não alcançar o alto nível
de BRANCA DE NEVE ou PINÓQUIO, mas é
um filme cativante e que continua a entreter após
inúmeras exibições.
O
DVD faz jus ao filme em todos os aspectos, pois
apresenta uma restauração de imagem
que certamente irá deixar muitos de queixo
caído e uma faixa de áudio remasterizada
que representa bem os elementos sonoros do filme.
Apesar dos extras que nada tem a ver com o filme
e que apenas estão no DVD para a Disney ganhar
umas verdinhas a mais, há diversos documentários
bem produzidos e extras de arquivo que farão
a alegria de muitos fãs. Infelizmente os
consumidores brasileiros não poderão
assistir a muitos desses extras de qualidade, pois
a Buena Vista Brasil resolveu cortar gastos e lançar
nas terras tupiniquins apenas uma versão
de um disco. Para aqueles que se interessam por
material extra e conseguem entender a língua
inglesa, a aquisição do DVD norte-americano
certamente vale a pena ser considerada.
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Por
Matheus Mocelin Carvalho |
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