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Fantasia surgiu quando a Disney começou a produzir
O Aprendiz de Feiticeiro como um curta independente.
O resultado ficou tão caro, que o estúdio
decidiu seguir o conselho do maestro Leopold Stokowski
e criar uma antologia de curtas, para recuperar os
gastos originais. |
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Na
época de seu lançamento, em 1940, Fantasia
não teve uma boa recepção e alguns
críticos disseram que ele estava à frente
de seu tempo, além de ser considerado muito
surreal para a maioria das pessoas. Somente no final
dos anos 60 é que o filme recebeu o respeito
e admiração que merece. |
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A
Disney regravou toda a trilha sonora de Fantasia para
o relançamento do filme em 1982. Isso foi feito
porque a trilha original de 1940 estava velha e muito
limitada em termos de fidelidade sonora. Já
para o relançamento de comemoração
dos 50 anos do filme, em 1990, a Disney decidiu recuperar
a trilha original, limpando-a o máximo possível.
A limitação de fidelidade não
pôde ser corrigida, mas a trilha restaurada
continuou sendo usada nas versões atuais do
filme. |
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No
relançamento de 1982, a orquestração
original de Mussorgsky para “Noite na Montanha”
foi usada em vez da versão conduzida por Leopold
Stokowski. Quem assistiu a essa versão do filme
diz que a música é muito mais feroz
que a versão usada em 1940. |
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Durante
a produção do filme, os animadores não
receberam instruções para a colorização
das cenas. Walt Disney os instruiu a usarem as cores
que quisessem no início. |
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Para
o segmento da mitologia grega, a composição
musical escolhida originalmente foi “Cydalise”,
de Pierne. Mais tarde, Walt Disney decidiu que ela
não era expressiva o suficiente para a história,
então escolheu a “Sinfonia Pastoral”,
de Beethoven, para substituí-la. |
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Inicialmente,
um segmento com a música “Clair de Lune”,
de Claude Debussy faria parte de Fantasia. Ele chegou
a ser animado, mas foi cortado da versão final. |
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O
plano original de Walt Disney era relançar
Fantasia a cada ano com um segmento musical diferente.
Naturalmente, a idéia provou ser muito ambiciosa
e não foi levada adiante. Mesmo assim, alguns
segmentos chegaram a ser desenhados para essa série
de relançamentos. Entre as músicas escolhidas
estavam: “O Cisne de Tuonela”, de Jean
Sibelius; “A Cavalgada das Valquírias”,
de Richard Wagner; “O Vôo da Abelha”,
de Rimsky-Koraskov; e “Convite para Valsa”,
de Carl Maria Weber (este seria estrelado por Peter
Pegasus, do segmento “Sinfonia Pastoral”). |
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Originalmente,
um segmento com a música “Clair de Lune”,
de Claude Debussy faria parte de Fantasia. Ele chegou
a ser animado, mas foi cortado da versão final. |
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A
música de “O Aprendiz de Feiticeiro”
foi a única não gravada pela orquestra
da Filadélfia. Ela foi gravada por uma orquestra
formada para uma gravação no antigo
Pathe Studios, em Culver City, Los Angeles, por volta
de 1938, 1939. Todas as outras composições
foram gravadas pela orquestra da Filadélfia,
na Filadélfia. |
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No
segmento “Sinfonia Pastoral”, havia uma
cena em que centauros negros lustravam os cascos de
centauros brancos. No relançamento de 1969,
esta cena foi censurada e todas as versões
lançadas até 1980 tinham um corte repentino
nesse ponto. Somente no lançamento em vídeo
a cena foi incluída novamente, mas com o enquadramento
aparado para mostrar apenas o rosto de um centauro
branco.
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Bela
Lugosi serviu como modelo vivo para a criação
de Chernabog, o demônio do segmento “Noite
na Montanha”. Lugosi passou vários dias
nos estúdios da Disney, fazendo “poses
malignas” para os animadores usarem como referência. |
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O
demônio Chernobog, de “Noite na Montanha”,
tem esse nome por causa do deus da maldade na mitologia
eslava. |
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O
mago de “O Aprendiz de Feiticeiro” se
chama Yen Sid, que é “Disney” escrito
de trás para frente.
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Em
Fantasia, Mickey Mouse apareceu com pupilas nos olhos
pela primeira vez. |
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O
diretor de fotografia James Wong Howe foi o responsável
pela filmagem dos segmentos live-action, mas não
é creditado. |
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Fantasia
foi o primeiro filme norte-americano a ser lançado
sem os créditos de tela, a não ser pelo
título e as palavras “Color by Technicolor”
e “Distributed by RKO Pictures”. Somente
no relançamento de comemoração
dos 50 anos do filme, em 1990, os créditos
foram adicionados. |
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