Os
mesmos criadores e vencedores do Oscar® com Toy
Story, Vida de Inseto (A Bug’s Life) e Monstros
S.A. (Monsters, Inc.), mergulham num mundo totalmente
novo de animação digital, diversão
e fantasia nesta deslumbrante aventura submarina,
Procurando Nemo (Finding Nemo). O novo longa-metragem
da Pixar Animation Studios, apresentado pela Walt
Disney Pictures, segue as epopéias cômicas
de dois peixes – o super cauteloso Marlín
e seu filho curioso, Nemo – que se separam na
Grande Barreira de Coral australiana quando Nemo é
levado por um mergulhador. Acompanhado por uma peixinha
simpática mas esquecida, chamada Dory, Marlín
embarca num périplo cheio de perigos e descobre-se
o improvável herói de uma jornada emocionante
à procura de seu filho – que também
arquiteta planos bastante ousados para conseguir voltar
para casa em segurança.
Escrito e dirigido pelo indicado ao Oscar®, Andrew
Stanton, co-diretor do sucesso da Disney/Pixar de
1998, Vida de Inseto (A Bug’s Life) e creditado
como co-roteirista em todos os quatro longas anteriores
da Pixar, Procurando Nemo (Finding Nemo) inaugura
um novo marco na arte e na tecnologia da animação
digital com seu fantástico mundo submarino
habitado por personagens memoráveis. Lee Unkrich,
co-diretor de Toy Story 2 e Monstros S.A. (Monsters,
Inc.), volta na mesma função, enriquecendo
o projeto com sua experiência cinematográfica.
O filme foi produzido por Graham Walters, um veterano
há nove anos na Pixar que, mais recentemente,
foi gerente de produção de Toy Story
2. Baseado num argumento original de Andrew Stanton,
o roteiro de Procurando Nemo (Finding Nemo) foi escrito
por Stanton, Bob Peterson e David Reynolds. Fazendo
sua estréia na Pixar em Procurando Nemo (Finding
Nemo) está o compositor indicado a vários
Oscars®, Thomas Newman, cuja trilha emocionante
e sofisticada passou a ser encarada pelos cineastas
como uma personagem adicional do filme.
O supervisor de todo o projeto, como produtor executivo,
foi John Lasseter, vice-presidente executivo de criação
da Pixar, o cineasta premiado com o Oscar® que
dirigiu Toy Story - Um Mundo de Aventuras (Toy Story),
Vida de Inseto (A Bug’s Life) e Toy Story 2,
e foi produtor executivo de Monstros S.A. (Monsters,
Inc.).
Segundo Lasseter, “Este filme inaugurou um novo
padrão de qualidade para a Pixar e para a arte
da animação digital. Tenho um enorme
orgulho de Andrew por realizar um filme que concretiza
sua visão e nos traz alguns dos personagens
mais charmosos jamais criados pela Pixar. O filme
tem uma beleza de tirar o fôlego e possui situações
realmente dramáticas, emocionantes e profundas,
além de ótimos momentos cômicos.
Sendo pai de cinco filhos, sem dúvida alguma
era uma história com a qual eu me identificava.
Como cineasta, adoro a emoção sincera
e verdadeira. E embora Nemo seja uma fantasia total,
ele é baseado em coisas que são familiares
para o público. A relação pai-filho,
o primeiro dia de escola – são coisas
que todos compreendem, mesmo que se trate de um filme
sobre peixes num recife de coral.”
“Em termos técnicos, queríamos
superar tudo que a Pixar já havia feito antes”,
continua Lasseter. “Uma história de animação
só com peixes era complicada, mas nossa equipe
técnica criou um ambiente submarino cheio de
graça e beleza. O mundo subaquático
real é tão espetacular que já
se constitui num mundo de fantasia. Nosso desafio
era mostrar aos espectadores que nosso oceano era
caricatural. Queríamos que eles soubessem que
esse mundo maravilhoso não existe, mas, empregando
todas as incríveis ferramentas disponibilizadas
pela animação digital, nós o
tornamos totalmente convincente. Nosso objetivo é
sempre tornar tudo convincente, e não ‘realista’.
Ao estilizar o desenho das coisas, dando-lhes traços
mais geométricos e exagerando suas cores, conseguimos
criar um mundo natural e convincente para os nossos
personagens.”
Uma equipe de atores talentosos e famosos ajudou os
cineastas a encontrarem o personagem de Nemo e os
demais membros desse elenco animado. O aclamado ator,
diretor e comediante Albert Brooks empresta seu talento
vocal e sua verve cômica a Marlín, o
ansioso e ligeiramente neurótico peixe-palhaço
pai de Nemo. A comediante vencedora do Emmy, Ellen
DeGeneres, tem um desempenho inesquecível e
cativante dublando a voz vacilante da eterna otimista
Dory, um peixe da espécie blue tang. Alexander
Gould, de nove anos (que atua desde os dois e cujos
créditos incluem Ally McBeal, Malcolm in the
Middle e Boomtown) dublou o jovem e aventureiro peixe-palhaço,
Nemo.
Barbarizando no papel dos tubarões Bruce, Anchor
e Chum, respectivamente, estão Barry Humphries
(Dame Edna), o ator e comediante australiano Eric
Bana (The Hulk) e o neozelandês, Bruce Spence
(Mad Max). O diretor e roteirista Andrew Stanton entra
nessa onda, dublando a tartaruga marinha totalmente
zen, Crush. O ator vencedor do Oscar®, Geoffrey
Rush (Shine – Brilhante) dá asas ao seu
talento num desempenho que alça altos vôos
no papel do pelicano fofoqueiro, Nigel. Willem Dafoe
(indicado ao Oscar® com Platoon e A Sombra do
Vampiro/Shadow of the Vampire) dubla Gil, o misterioso
ídolo-mourisco líder da turma do aquário
que assume o recém-chegado Nemo sob sua nadadeira.
Allison Janney (vencedora de três Emmys com
West Wing) tem um desempenho “estelar”
no papel da astuta estrela do mar, Peach. Brad Garrett
(o ator premiado com o Emmy no papel do policial irmão
de Raymond, de Everybody Loves Raymond) dubla Bolota,
um baiacu com uma tendência a explodir, tanto
emocional quanto literalmente. Stephen Root (King
of the Hill) é ouvido no papel de Bubbles,
o yellow tang obcecado por bolhas. Vicki Lewis (NewsRadio)
dubla Deb (e Flo), uma pensativa peixinha-donzela
preta & branca com crise de identidade. Dando
as doses certas de pânico e desespero ao personagem
Gurgle, um peixe grama real, cujo pavor de germes
o transforma no “rei dos chatos’, está
o veterano do cinema e do teatro, Austin Pendleton.
Um dos maiores roteiristas da Pixar, Joe Ranft (que
anteriormente já havia dublado Wheezy, o solitário
pingüim de brinquedo de Toy Story 2, e Chucrute,
a alegre lagarta alemã de Vida de Inseto) enriquece
seu repertório vocal no papel de Jacques, um
meticuloso camarão limpador que se encarrega
de limpar todo o lixo orgânico do aquário.
Do ponto de vista visual, Procurando Nemo (Finding
Nemo) é uma realização espetacular,
esteticamente atraente e ao mesmo tempo revolucionária.
O desenhista de produção Ralph Eggleston
(premiado com o Oscar® pela direção
do curta-metragem animado da Pixar, For the Birds,
e desenhista de produção do Toy Story
original) definiu o visual e o estilo da produção.
A dupla de diretores de fotografia do filme, Sharon
Calahan e Jeremy Lasky, deu ainda mais emoção
ao visual do cenário subaquático de
Nemo com o estilo inovador de sua iluminação
e layout. A iluminação de Calahan ajudou
a dar ao filme uma qualidade de Technicolor moderno
e destacou os efeitos submarinos com fundos de cena
delicados, cores vibrantes e uma bela radiação.
Na criação do layout (movimentos de
câmera e encenação), Lasky acentuou
ainda mais a sensação de estarmos submersos
e fez um aproveitamento total das possibilidades dramáticas
do filme.
Procurando Nemo (Finding Nemo) é uma demonstração
espetacular do talento de todos os membros das equipes
técnica e criativa da Pixar. A fim de contar
a história de modo convincente, a equipe técnica
teve de descobrir maneira novas e mais eficientes
de se animar imagens submarinas no computador. Uma
vasta pesquisa foi feita para estudar as propriedades
da água e novas ferramentas foram criadas para
dar conta de todas as variações previstas
no roteiro. O diretor-técnico supervisor, Oren
Jacob, liderou o trabalho incrível de sua equipe
na captação do visual e da textura de
um recife de coral orgânico e do vasto oceano
para que eles reagissem de modo convincente à
ação dos personagens. Desde o início
da produção, Jacob e os magos técnicos
da Pixar (supervisionados por Michael Fong) identificaram
cinco componentes básicos que sugeririam um
ambiente subaquático – iluminação
(áreas iluminadas que se movimentam no assoalho
oceânico e raios de luz que penetram no mar
através da superfície), partículas
de matéria (as partículas que sempre
vemos na água), correntes (o movimento constante
que embala as plantas e a vida aquática), a
escuridão (como a cor da luz se esvanece à
distância e faz com que a água pareça
escura) e reflexos e refrações. Somando-se
a isso bolhas, ondas, respingos e redemoinhos, teremos
um ambiente com elementos altamente complexo.
Jacob explica: “Este filme é infinitamente
mais complicado que Monstros S.A. (Monsters, Inc.),
pois quase todas as tomadas envolvem algum tipo de
programa de simulação ou simulação
de movimento. Em média, há muito mais
coisas acontecendo em cada fotograma neste filme do
que em qualquer outro que já realizamos. Houve
uma interdependência muito maior entre os vários
departamentos e vivíamos revisando o trabalho
para garantir que a iluminação e os
demais componentes tivessem o visual correto.”
O produtor Graham Walters acrescenta: “O trabalho
em Procurando Nemo (Finding Nemo) foi incrível
e superou todas as nossas expectativas, em todas as
fases do processo. Ao longo de toda a produção,
nossa equipe assistia aos copiões e ficava
pasma com o que via. O recife de coral é particularmente
bonito e acabou tendo uma aparência como se
alguém tivesse aberto a mente de Ralph Eggleston
e esparramado seu conteúdo na tela. Andrew
foi um grande líder, que soube inspirar todos
nós. Ele tem um respeito incrível pelo
espectador e nunca os subestima. Ele está sempre
procurando fazer com que os filmes da Pixar aproveitem
mais da linguagem do cinema e expandam os limites
do meio. Lee Unkrich foi um ótimo parceiro
e ajudou-o a concretizar sua visão nas telas.”
A produção de Procurando Nemo (Finding
Nemo) teve início em janeiro de 2000 com uma
equipe que chegou a contar com até 180 artistas.
Toda a animação foi realizada na nova
e moderníssima sede da Pixar Animation Studios
em Emeryville, Califórnia.
David Stainton, presidente da Walt Disney Feature
Animation, conclui: “A talentosa equipe da Pixar
continua a deslumbrar e a entreter o público
com suas realizações técnicas
e sua capacidade de contar histórias que emocionam
todos nós. Procurando Nemo (Finding Nemo) é
mais um triunfo do estúdio e uma grande estréia
para Andrew Stanton com diretor. Temos grande orgulho
do nosso continuado relacionamento com John Lasseter
e com todos os grandes cineastas da Pixar e acreditamos
que esta mais nova produção representa
outro marco na arte da animação digital.”
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