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Com 47 adaptações cinematográficas
anteriores, Tarzan é dito ser o segundo assunto
mais filmado na história de Hollywood (segundo
apenas para Drácula) – e um dos mais
populares com cinéfilos. Criando esta versão
animada da história, Disney está realizando
um sonho uma vez tido pelo próprio criador
de Tarzan, Edgar Rice Burroughs. Por cerca de 1936,
o autor pensou seriamente em animar Tarzan, como um
modo de trazer mais fielmente seu herói para
as telas. Em uma carta para seu filho, ele escreveu:
“O desenho deve ser bom. Deve se aproximar a
excelência Disney”. Diversos tratamentos
foram escritos, mas o projeto nunca foi realizado.
A idéia de um Tarzan totalmente animado seria
adiada por seis décadas. |
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Apesar da popularidade de Tarzan nas telas, Edgar
Rice Burrougs nunca ficou satisfeito com as versões
cinematográficas de seu personagem –
geralmente ele até evitaria assisti-las. Burroughs
imaginava Tarzan como um homem extremamente inteligente
e sensível, heróico, bonito e, sobretudo,
livre. Os filmes insistiam em retrata-lo como algo
parecido com um Neanderthal monossilábico. |
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Burroughs morreu em 1950, mas sua legendária
criação persiste. Hoje, cerca de 90
anos desde que Tarzan fez sua primeira aparição
pública, o personagem continua um dos ícones
mais populares de todos os tempos. Primeiras edições
do livro original são altamente colecionáveis,
e são avaliadas em até $50,000. O próprio
Burroughs é o assunto de uma compreensiva nova
biografia intitulada “Tarzan Forever”,
escrita por John Taliaferro. |
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Kevin Lima estava dirigindo o longa animado da Disney
de 1995 PATETA: O FILME quando foi questionado pela
primeira vez sobre trabalhar em uma versão
animada de Tarzan. Como um aficionado por gorilas
de longa data, Lima foi atraído pelo projeto
e concordou em explorá-lo além. Lendo
o livro original de Burroughs, “Tarzan dos Macacos”
pela primeira vez, Lima imediatamente percebeu que
ele tinha muitas idéias erradas a respeito
da história de Tarzan (baseadas principalmente
nas interpretações do cinema e da televisão
do passado) e que a história era ideal para
animação. Ela oferecia muito mais do
que Lima esperava, tanto em termos de suas idéias
e personalidades dos personagens centrais, quanto
um rico elenco de personagens secundários. |
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Chris Buck foi trazido a bordo para dirigir o filme
ao lado de Kevin Lima. Apesar de TARZAN ser sua estréia
como diretor, Buck já tinha uma longa carreira
de duas décadas de contribuições
à produções Disney como um animador,
supervisor de animação e designer de
personagens. |
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Decidir qual parte da história de Tarzan contar
foi o primeiro desafio para o time de história.
O livro de Burroughs oferecia diversos episódios
e aventuras, assim como um final que levava o personagem
principal para fora de seu ambiente da selva. Um dos
rascunhos iniciais do roteirista Tab Murphy apresentava
um final fiel ao do livro, com Tarzan partindo para
Londres junto com Jane. Os cineastas decidiram descartar
essa seção e ambientar o filme totalmente
na selva. Foi decidido que o núcleo da história
seria a relação de Tarzan com a sua
família de macacos, algo nunca explorado totalmente
nas versões cinematográficas anteriores.
Segundo a produtora Bonnie Arnold, “Decidimos
logo no começo que o relacionamento entre Tarzan
e Kala seria de importância primária.
O laço que os une é o coração
de nossa história. Mostrando o que aconteceu
em sua infância que iria afetar sua vida inteira
era uma significante peça de todo o quebra-cabeça”. |
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Enquanto lia o livro de Burroughs pela primeira vez,
Kevin Lima surgiu com um ícone que iria capturar
visualmente a procura de Tarzan por sua própria
identidade. Era a imagem de duas mãos seguradas
uma contra a outra. Esta imagem é repetida
durante diversos momentos chave através do
filme: como um garoto de cinco anos quando Kala lhe
diz quão eles são parecidos, e mais
tarde como um adulto quando ele encontra Jane pela
primeira vez, e percebe que eles são fisicamente
os mesmos. Roy Disney ficou encantado por este ícone
de Tarzan. “Atuando com as mãos é
uma noção interessante”, ele diz.
“Marcel Marceau faz isso, é claro, mas
não é a norma em animação.
É o tipo de um novo modo de olhar para a humanidade
dos personagens”. |
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No romance original de Burroughs, Tantor era um velho
elefante impopular entre os habitantes da floresta,
Sabor era uma leoa, Terkoz (presumidamente “Terk”)
era um gorila macho e o arquiinimigo de Tarzan dentro
do grupo. Além disso, Kerchack assassinava
a família de Tarzan. Isso foi mudado pelos
produtores não apenas para tornar o personagem
mais simpático, mas também em reconhecimento
do fato científico de que gorilas nunca são
violentos. |
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Uma parte de equipe da produção organizou
uma viagem para as selvas da África a fim de
pesquisar o mundo de Tarzan. Os diretores, animadores
e diretores de arte voltaram com as malas cheias de
diversas fotografias da vegetação e
animais nativos, além de vários minutos
de filmagem para estudo de ângulos de câmera
entre a selva e os movimentos dos gorilas. |
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Um dos desafios foi criar uma selva africana que fosse
diferente das vistas em MOGLI: O MENINO LOBO (1967)
e O REI LEÃO (1994). |
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Cenas que foram descartadas ainda durante o processo
de storyboards incluem:
- Uma dramática abertura alternativa em que
vemos o pai de Tarzan ser morto pelo leopardo Sabor
durante uma tempestade de relâmpagos.
- Outra versão da abertura mostrando apenas
o mundo dos gorilas.
- Uma pequena introdução à canção
“Trashin’ the Camp” com gags adicionais
em que Terk, Tantor e os gorilas exploram o acampamento
e Terk conversa com um gravador.
- Uma batalha final diferente ambientada no barco
de Clayton, em que ele e seus capangas mantêm
os gorilas em jaulas e Tarzan vai a seus resgates.
Depois de uma prolongada luta envolvendo tiros e explosões,
Clayton acaba preso em seu barco que incendeia e explode.
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A versão de Tarzan da Disney é o primeiro
filme a apresentar o personagem do mesmo modo que
Burroughs o havia escrito, um homem que utiliza os
movimentos de gorilas, leopardos, panteras, serpentes
e diversos outros animais. “Você mataria
um ator que tentasse fazer as coisas que nosso Tarzan
animado faz” diz o supervisor de animação
Glen Keane. “Esse é um personagem que
só poderia ser realizado do modo que Burroughs
o imaginou em animação”. Além
disso, é o primeiro filme a representar de
modo realista a relação de Tarzan e
sua família de macacos. |
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Representar o que se passa pela cabeça de Tarzan
foi um dos maiores desafios dos artistas. O problema
foi solucionado em uma viagem que Glen Keane fez com
seu filho para a África em 1996. “Antes
de eu ir para Uganda observar os gorilas da montanha,
eu não conseguia entender como Tarzan entraria
em conflito com a idéia de deixar a selva para
ficar com Jane” diz Keane. “Dada a escolha
entre esses gorilas e esta bela garota, essa não
parecia uma decisão muito difícil. Mas
assistindo uma família de gorilas em seu habitat
natural me deu uma perspectiva totalmente nova. Eu
fiquei intrigado com o amor que essas criaturas têm
um pelos outros. Eles viviam nesse belo paraíso
e havia algo maravilhoso sobre estar sob a proteção
deste grande gorila. A vida era simples e divertida.
Eu mesmo não queria ir embora.” |
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Como inspiração para as cenas em que
Tarzan surfa pelas árvores, o animador Glen
Keane assistiu seu filho adolescente praticando snowboard
e skateboard. Ele teve a idéia de que Tarzan
poderia usar os troncos das árvores como calçadas
e escorregaria pelo musgo, e não apenas se
balançaria pelos cipós, mas também
os agarraria pelos pés.
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Ao criar o visual de Tarzan, Glen Keane teve a ajuda
de um professor de anatomia para reproduzir fielmente
os músculos do corpo humano. Ele também
buscou inspirações em estátuas
e monumentos e gorilas de verdade. |
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Para animar a cena em que Tarzan conhece Jane no topo
da árvore e olha fixamente para ela, Glen Keane
buscou inspiração na vida real. Ele
se lembrou de quando segurou sua filha recém-nascida
nos braços pela primeira vez, sentindo que
podia ver o seu próprio reflexo. Para Keane,
essa é a expressão de Tarzan vendo alguém
como ele pela primeira vez. |
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Muitos dos sons de animais emitidos por Tarzan foram
feitos pelo próprio dublador do personagem
Tony Goldwin. Ele também foi elogiado pelos
produtores por ser ótimo com mímicas,
o que serviu de ajuda aos animadores. |
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Um dos objetivos dos diretores era fazer de Jane não
apenas uma companheira para Tarzan, mas sim uma heroína
interessante e independente. Quando Minnie Driver
foi escalada para dar voz à personagem, Jane
ganhou um nível cômico totalmente diferente. |
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A atriz Minnie Driver improvisou grande parte do discurso
sem fôlego no qual Jane conta para seu pai e
Clayton sobre seu primeiro encontro com Tarzan.
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Em busca de inspiração, Randy Haycock,
o supervisor de animação de Clayton,
assistiu a diversos filmes de aventura antigos que
tinham caçadores como protagonistas. Enquanto
anos atrás esse tipo de personagem era o herói,
atualmente ele é considerado o vilão. |
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Embora no filme Clayton seja o vilão, na série
literária era o nome de nascimento de Tarzan,
John Clayton, Conde de Greystoke. |
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O falecido ator Nigel Hawthorne fez a voz do pai de
Jane, o Professor Porter. Ele já havia sido
a voz do personagem Flores Flama no animado da Disney
de 1985 O CALDEIRÃO MÁGICO. |
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O ator afro-americano Chris Buck foi a escolha inicial
dos produtores para fazer a voz de Terk. Segundo rumores,
Buck ficou ofendido com o convite, achando que ser
escolhido para interpretar um gorila em um filme que
não tinha nenhum artista africano no elenco
(mesmo se passando na África) de alguma forma
se aproximava a racismo. |
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Rosie O’Donnell faz a voz de Terk criança
e adulta. Os produtores procuraram uma criança
que soasse como Rosie para fazer a personagem quando
pequena, mas sem sucesso. Resolveram então
usar a voz de Rosie, apenas a alterando ligeiramente. |
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Esta é a segunda vez em que a atriz Glenn Close
dublou a voz de um personagem em um filme do Tarzan.
A primeira vez foi em GREYSTOKE: A LENDA DE TARZAN,
O REI DA SELVA (1984), em que dublou a personagem
Jane Porter. |
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Os diretores queriam mostrar alguns paralelos entre
Clayton, como um vilão humano, e Sabor, como
um vilão animal. Assim, em termos de direção
de arte, ambos os personagens receberam palhetas de
cores semelhantes para que uma conexão entre
eles pudesse ser feita. Os dois personagens também
encontram seus fins nas mãos de Tarzan usando
apenas seus instintos animais, enquanto Tarzan usa
sua cabeça. |
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A animação de TARZAN foi produzida em
dois continentes diferentes. Enquanto o supervisor
de animação Ken Duncan animava Jane
nos estúdios Disney da Califórnia nos
Estados Unidos, Glen Keane animava Tarzan nos estúdios
de Paris, na França. As duas equipes se comunicavam
através de teleconferência. |
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Os diretores queriam criar uma selva que fosse tão
emocionante quanto o personagem principal e que fizesse
a platéia sentir como se estivesse junto com
Tarzan se balançando entre os cipós.
Para alcançar tal objetivo, seria preciso mover
os personagens através de espaços tridimensionais,
o que levou os técnicos do estúdio a
criarem um programa totalmente novo chamado Deep Canvas.
O programa cria cenários geométricos
dentro do computador, mas que podem ser pintados no
mesmo estilo de um cenário tradicional. Os
personagens animados a lápis são então
inseridos sobre esses cenários digitais. Isso
proporciona grandes possibilidades de movimentos de
câmera como nunca antes foi possível
em animação, criando uma espécie
de “pintura em movimento”. Diversas cenas
de TARZAN foram criadas utilizando Deep Canvas, como
as que vemos o personagem principal surfando pelas
árvores e toda a cena final. |
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Uma das decisões artísticas relacionadas
com a direção de arte é que,
cada vez que um personagem está em perigo,
ele está iluminado com bastante luz. Quando
os personagens estão em segurança, eles
estão em meio às sombras. |
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TARZAN quebrou com a tradição Disney
dos anos 90 de produzir musicais de grande escala
estilo Broadway com a contratação do
cantor pop Phil Collins para escrever as canções
do filme. |
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A canção “Trashin’ The Camp”
foi escrita porque Rosie O’Donnell insistiu
que sua personagem deveria ter uma canção
no filme. Segundo Phil Collins, essa foi a música
mais difícil de compor, já que ele passava
os dias no estúdio batendo com as mãos
no próprio corpo ou em qualquer objeto que
encontrasse para achar os sons corretos para o número.
Uma versão pop da música foi gravada
com Phil Collins e o grupo pop ‘N Sync para
a inclusão exclusiva no CD da trilha sonora. |
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Phil Collins disse que escreveu “You’ll
Be In My Heart” para sua filha, mesmo que no
filme ela seja interpretada para uma mãe gorila
cantando para um menino. A primeira versão
da canção foi escrita no dia de Natal
em um guardanapo de papel. |
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Quando escritas originalmente, algumas canções
tinham outros títulos e alguns versos diferentes
das versões incluídas no filme. “You’ll
Be In My Heart” chamava-se “Lullaby”,
“Strangers Like Me” tinha o nome de “I
Will Follow”, “Son of Man” era “Celebration”,
e “Trashin’ The Camp” era intitulada
de “Rhythm Piece”. |
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Em TARZAN, além de interpretar as canções
no idioma original em inglês, Phil Collins também
foi o interprete das músicas nas versões
em espanhol (castelhano e latino), francês,
italiano e alemão. Foi a primeira vez que a
Disney lançou um filme animado com versões
internacionais cantadas por um mesmo artista. |
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Instrumentos inusitados de toda parte do mundo foram
tocados na trilha do filme, uma tarefa que fez o compositor
Mark Mancina mergulhar em sua coleção
pessoal de música exótica. A canção
de ninar de Tarzan traz um violão sul-americano
chamado charango e um berimbau africano. O berrante
australiano trouxe um toque de inquietação
ao tema do leopardo Sabor. O próprio Phil Collins
ouviu música africana desde os meados da década
de 60 e até usou ritmos tribais pesados em
algumas músicas de um de seus últimos
álbuns. |
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Alguns personagens de outros filmes Disney fazem aparições
especiais em TARZAN. Durante a cena em que Terk e
os gorilas fazem bagunça no acampamento, pode
ser visto um bule de chá e uma xícara
de formatos semelhantes aos personagens Madame Samovar
e Zip de A BELA E A FERA. Já durante a cena
em que o Sr. Porter é segurado de cabeça
para baixo por um dos gorilas, um dos objetos que
caem de seus bolsos é uma miniatura do cão
Irmãozinho de MULAN. |
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Quando um dos gorilas pega a arma de Clayton para
examina-la, ele a segura e inspeciona o cano, imitando
a exata pose de um dos macacos da atração
da Disneylândia “Jungle Cruise” |
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A cena em que Tarzan recebe seu nome é uma
pequena homenagem a BAMBI (1942). |
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O filme contém inúmeras referências
para os filmes de Tarzan de Johny Weissmuller (TARZAN
DOS MACACOS de 1932 e seqüências). Estas
incluem a seqüência de introdução
“Eu Tarzan, você Jane”, Tarzan lutando
com os crocodilos e o figurino de Jane ao final do
filme se assemelha às roupas usadas por Maureen
O’Sullivan na série de Weissmuller. |
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Os diretores Chris Buck e Kevin Lima e o animador
Glen Keane podem ser vistos como caricaturas na forma
dos capangas de Clayton. |
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O bebê babuíno se tornou um dos personagens
favoritos da equipe de merchandising, o que fez os
produtores trazerem o personagem de volta em uma cena
ao final do filme. |
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Uma pequena cena presente nos trailers de cinema foi
editada da versão vista em DVD. No trailer,
durante a briga com Kerchak, vemos Tarzan ser violentamente
arremessado contra uma árvore e caindo no chão
logo depois. No DVD, a cena corta para Tarzan já
atingindo o chão. |
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Para assegurar uma classificação livre
na Alemanha, duas cenas foram modificadas: a briga
com Sabor foi encurtada e Clayton atingindo Tarzan
com o rifle foi editado. |
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TARZAN consta na edição de 2005 do Guiness
Book como o filme de animação mais caro
já produzido, com o astronômico orçamento
de cerca de $150 milhões. |
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No Brasil, o ator Eduardo Moscóvis foi convidado
para interpretar a voz de Tarzan, iniciando uma tradição
das distribuidoras de contratar artistas famosos para
dar vozes a seus filmes de animação.
Ed Motta ficou responsável em interpretar as
canções. Motta já havia trabalhado
para a Disney cantando a canção tema
na versão dublada de O CORCUNDA DE NOTRE DAME
(1996) e voltaria a exercer a mesma função
em A NOVA ONDA DO IMPERADOR (2000). |
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Em São Paulo, a premiére de TARZAN contou
com um show especial chamado Disney Magia Show, realizado
no Via Funchal nos dias 25, 26 e 27 de junho de 1999.
Além da pré-estréia do filme,
o show contava com uma apresentação
do Mickey, Pateta, Aladdin, a Bela e a Fera, a Pequena
Sereia e outros personagens clássicos da Disney. |
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TARZAN foi premiado com o Oscar® para Melhor Canção
Original (“You’ll Be In My Heart”),
o Globo de Ouro de Melhor Canção Original
(“You’ll Be In My Heart”) e o Grammy
de Melhor Trilha Sonora. |
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Lucrando $448,191,819 milhões mundialmente,
TARZAN foi o animado Disney de maior sucesso desde
O REI LEÃO (1994). Como conseqüência,
Tarzan estrelou diversas atrações nos
parques da Disney, um show de patinação
no gelo, um espetáculo da Broadway atualmente
em produção, uma série animada
de 36 episódios chamada “A Lenda de Tarzan”
e uma continuação lançada diretamente
para o vídeo em 2005 intitulada TARZAN II. |
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