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O filme foi baseado na obre de Lloyd Alexander, "The
Chronicles of Prydain".
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O CALDEIRÃO MÁGICO foi um dos filmes
que teve a produção mais problemática
da história dos Estúdios Disney.
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A idéia dos produtores era produzir um desenho
animado mais sombrio e voltado para um público
mais maduro.
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O filme foi produzido num caro processo de 70 mm. O
último animado filmado em 70mm até então
havia sido A BELA ADORMECIDA (1959).
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Por muito tempo foi especulado que o animado traria
o primeiro holograma em um filme, mas isso provou
ser tecnicamente impossível.
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Inovou ao utilizar planos de fundo animados, o que
não acontecia desde os primeiros curtas animados
do Mickey.
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O marketing envolvido em O CALDEIRÃO MÁGICO
foi grande, mas devido a falta de interesse do público
o filme acabou se tornando o maior fracasso do estúdio
até então.
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Foi o primeiro filme a ter o som mixado em Dolby™
Stereo Surround Sound.
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Foi o primeiro desenho Disney a receber censura PG
(13 anos) nos EUA.
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O CALDEIRÃO MÁGICO foi considerado na
época o filme mais complicado e mais ambicioso
do estúdio desde PINÓQUIO (1940).
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Na época apresentava mais efeitos especiais
do que qualquer outra produção animada
feita nos últimos 45 anos.
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O animado foi o primeiro a usar computação
gráfica para dar maior dimensão aos objetos
(como os potes e panelas que voam da casa das Bruxas
de Morva e o próprio Caldeirão Negro).
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Foram entrevistados mais de 70 atores para chegar-se
a voz perfeita para Gurgi. O escolhido foi o comediante
John Byner.
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Foram feitos mais de 2.5 milhões de desenhos
para o filme.
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O animado marcou a estréia de um novo time
de animadores (que já haviam tido suas primeiras
experiências em O CÃO E A RAPOSA) que
seria responsável por sucessos como A BELA
E A FERA, O REI LEÃO e POCAHONTAS.
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Os famosos artistas da Disney Mel Shaw e James Coleman
deram uma grande contribuição com o
desenvolvimento visual do filme, criando pinturas
e desenhos durante o período de pré-produção.
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No filme final foram utilizados mais
de 450.000 células de animação
e planos de fundo ao total.
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Cenas complicadas com apenas alguns segundos de duração
podiam levar até duas semanas para serem fotografadas.
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A atração "Cinderella Castle Mistery
Tour" na Disneyland de Tókio foi inspirada
por "O Caldeirão Mágico".
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Tim Burton, que viria a se tornar diretor de filmes
animados como O ESTRANHO MUNDO DE JACK e A NOIVA-CADÁVER
chegou a desenvolver alguns personagens para o Castelo
do Rei de Chifres no início da produção.
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Mesmo estando finalizadas, algumas cenas foram cortadas
do filme por serem consideradas muito fortes e ousadas
para um animado Disney. Estas incluem cenas de soldados
do Rei de Chifres derretendo com a névoa que
sai do Caldeirão.