Thursday, March 18, 2010 10:01

TARZAN E JANE – ARTIGO ESPECIAL

Postado por Animaluco em Saturday, April 9, 2005, 0:46
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INTRODUÇÃO

UMA ÉPOCA EMOCIONANTE DE AÇÃO, MAGIA E ROMANCE – Na abertura de TARZAN & JANE, Jane e todos os seus amigos estão ocupadíssimos preparando uma festa surpresa para que Tarzan comemore o primeiro ano de união do casal. Em termos cronológicos, este momento é uma conseqüência de tudo que se passou no filme original e nos 39 episódios do seriado televisivo. Enquanto Tarzan tenta entender a formalidade dos estranhos costumes de Jane, o grupo relembra incidentes ocorridos ao longo do último ano.

Quando Tarzan fica confuso com “aqueles estranhos costumes ingleses”, o grupo relembra a visita de três amigas de Jane que, ao desembarcarem na África para tentar resgatar Jane, ficam horrorizadas quando descobrem que ela está bastante feliz vivendo na floresta com um selvagem. Quando elas acusam a amiga de estar mudada, Jane decide provar que ela ainda é a mesma moça civilizada que foi colega delas no curso de etiqueta. Jane anuncia que pretende organizar um tradicional piquenique inglês, arrastando suas três amigas afetadas para o meio da selva. Mas quando todas elas se encontram cercadas por panteras ameaçadoras, Jane precisa deixar de lado a atitude arrogante para manter o grupo vivo. E depois que Tarzan chega num cipó para salvar o dia, as jovens aprendem a apreciar o valor de se ter um selvagem como marido. Além disso, Jane descobre que ela, de fato, mudou… para melhor.

Chega a vez de Tarzan encarar a necessidade “civilizada” de oferecer presentes como prova de seu amor, e ele se lembra de mineradores inescrupulosos que o recrutaram para levá-los até um vulcão no meio da floresta. No flashback, os mineradores prometem pagar Tarzan com um diamante, um artigo que o Rei da Selva acredita que irá agradar à sua mulher – considerando que, ao casar-se com Tarzan, ela abriu mão do tradicional casamento inglês que sua família e suas amigas tiveram. Mas a ganância leva à traição e coloca Tarzan, Jane e o professor Porter num grande perigo dentro da cratera de um vulcão. A sabedoria e força atlética de Tarzan, no entanto, prevalecem sobre a lava e os vilões.

Frustrado, Tarzan sugere que Jane talvez devesse ter-se casado com um inglês, lembrando o grupo da visita do belo ex-companheiro de infância de Jane, Robert Canler. Piloto condecorado da Força Aérea de Sua Majestade, Canler é motivo de alegria para Jane com sua chegada inesperada – e causa ciúmes em Tarzan, que deixa Jane irritada quando afirma não confiar em Robert. Ao final, os instintos animais de Tarzan mostram-se justificados – Robert é um espião que foi à selva para recuperar um aparelho que decifra códigos e que pode levar a Grã-Bretanha à ruína. Cabe a Tarzan recuperar a confiança de Jane e desmascarar o às voador.

De volta à festa, Jane se irrita quando Tarzan sugere que ela seria mais feliz casada com um homem “civilizado” e decide cancelar todas as comemorações planejadas. Tarzan imediatamente deixa o grupo – apenas para surpreender Jane com sua própria festa de bodas de casamento. Trajando o terno de seu pai, ele dá a ela um diamante de presente – demonstrando que compreende o mundo de Jane muito mais do que ela própria imaginar.

PRODUÇÃO

UM EXTENSÃO NATURAL DE UM CAMPEÃO DE BILHETERIA DO CINEMA E UM POPULAR SERIADO DE TV – Ao longo de seu primeiro ano de casados, Tarzan e Jane ampliam os horizontes de seus respectivos mundos, trocando informações sobre suas experiências de vida. A instrutora que vai ensinar Tarzan a decifrar os humanos é a independente e espirituosa Jane. Enquanto Tarzan ajuda Jane a superar suas idéias exageradamente românticas acerca da vida na selva, Jane o instrui sobre a duplicidade da natureza humana – ao mesmo tempo em que insiste para que ele coma usando pratos. Para ambos, trata-se de um processo infinito de crescimento, com algumas descobertas surpreendentes sobre o verdadeiro significado do termo “civilizado” e alguns obstáculos divertidíssimos ao longo do caminho. E os resultados desse ano de aprendizado são mostrados de uma maneira inteligente em TARZAN & JANE.

Os produtores trabalharam em parceria com Danton Burroughs, neto do escritor, a fim de incorporar o espírito desses clássicos da literatura ao longo de todo o filme. “Danton foi uma fonte de consulta maravilhosa para nós”, conta Roth. “Seu profundo conhecimento dos personagens e sua sensibilidade com relação à essência das histórias foram incalculáveis na perpetuação da lenda através da animação.”

Os produtores também encontraram inspiração no longa-metragem original dos estúdios Disney, especialmente nos sentimentos expressos na canção-tema do filme, de Phil Collins, “Two Worlds”. “A canção ‘Two Worlds’ serviu como uma espécie de farol para nosso filme e para o seriado televisivo”, conta Motz. “Ela realmente indicava um caminho claro, mostrando como a lealdade de Tarzan fica dividida. Tiramos daí uma boa dose de conflitos e tensões, bem como muitos momentos cômicos.”

O elemento central do novo filme é a continuação da história de amor entre Tarzan e Jane e o amadurecimento de ambos, enquanto ensinam um ao outro os costumes de seus mundos tão radicalmente diferentes. “Em vários aspectos, a relação entre Tarzan e Jane é um perfeito exemplo dos conflitos presentes nas sitcoms”, comenta Roth. “Eles têm visões diametralmente opostas do mundo, mas são totalmente apaixonados um pelo outro.”

Ao contrário da maioria dos protagonistas tradicionais, Tarzan é um homem de muita ação e poucas palavras – um desafio para os roteiristas, porém um presente para os animadores. “Tarzan é mais inteligente, perspicaz e articulado do que tem-se creditado a ele”, conta Motz. “Embora seja um herói no sentido ‘antiquado’ do termo, por não ter um lado negativo, ele precisa lidar com questões bastante complexas e tem mais recursos do que a maioria dos vilões poderia imaginar.” “Mesmo assim, escrever cenas para Tarzan sempre foi um desafio”, conta Roth. “Seus atos falam mais alto que suas palavras e ele não irrompe em longos solilóquios como Hamlet. Seu desempenho está basicamente calcado na animação.”

Enquanto Motz e Roth se mantiveram ocupados escrevendo o conteúdo fascinante do filme, o produtor e diretor supervisor, Steve Loter, suava para garantir que o desenho dos personagens, a animação, os cenários e os inúmeros efeitos especiais estivessem à altura do seu longa-metragem antecessor e do seriado da TV. “O público ficará impressionado com o visual e a qualidade artística deste filme”, conta Loter. “Nós reunimos alguns dos maiores artistas da indústria, que combinaram vários recursos manjados da Era de Ouro da animação com o que há de mais moderno em produção digital.” “O resultado é um casamento sem costuras entre a tecnologia atual e a animação tradicional da televisão. Incorporamos o uso da meia-luz e sombras, cenários em CGI (computação gráfica), um certo estilo reminiscente da pintura, novos traços nos contornos dos personagens e vários outros recursos tecnológicos para complementar a história e dar uma qualidade ainda maior à produção.”

O elemento mais importante do filme, contudo, é sua história criada para entreter e encantar espectadores de todas as idades e que mostra uma nova atitude perante questões atuais acerca da civilização, da sociedade e do meio ambiente. “Nosso objetivo foi inspirar o público jovem a explorar o mundo ao seu redor, a experimentar a emoção das descobertas e a compreender que o aprendizado é uma aventura”, explica Roth. “Além de tudo isso, queremos conscientizar os jovens sobre a necessidade ecológica de se tornarem defensores do meio ambiente do nosso planeta.”

ANIMAÇÃO

ANIMAR UMA LENDA É UM DESAFIO CÉLEBRE PARA ANIMADORES DA WALT DISNEY TELEVISION ANIMATION – Obviamente, dar vida ao personagem animado de Tarzan requer mais que um lápis, algumas folhas de papel e muita imaginação. O chefe de desenho do personagem, Greg Guler, teve a tarefa árdua de fazer com que o Rei da Selva, sempre pendurado em seus cipós, estivesse à altura de seus predecessores, no cinema e na televisão. “Tarzan é provavelmente um dos personagens mais naturalistas que já desenhamos”, explica Guler. “Ele é quase 100% atitude – tudo que sente, ele expressa, sobretudo com o rosto.”

Com sua testa larga, sobrancelhas salientes, narinas expressivas, queixo pontudo e maxilar anguloso, Tarzan fala mais com suas expressões faciais do que com palavras e diálogos. “Tarzan é um sujeito alegre, mas também muito intenso, e isso fica mais evidente em seu olhar”, conta Guler. “Seus glóbulos oculares são encovados, o que cria um contraste dramático com seus olhos azuis que nos fitam por baixo daquela testa proeminente.”

Embora o cabelo comprido, esvoaçante e ligeiramente angular de Tarzan represente alguns desafios para os artistas (“Ele não pode ser realista demais… precisa ser mais gráfico ou orgânico”, explica Guler), é o físico do personagem que oferece mais obstáculos aos animadores Disney. “Ele anda tão despido que não dá para escondermos nenhum erro de anatomia”, conta Guler. “É um personagem com uma animação dinâmica, porque parece uma mola, com seus movimentos animalísticos bruscos. Ele é musculoso, mas tem movimentos graciosos – seu corpo está mais para Bruce Lee do que para Super-Homem.”

Mesmo assim, a oportunidade de animar Tarzan foi uma prazer para a equipe de animadores da Walt Disney Television. “É emocionante animar Tarzan simplesmente porque ele é um ícone da ficção. E é uma honra dar continuidade ao trabalho maravilhoso realizado no belíssimo filme de ação das telas e na divertida série da TV”, afirma Guler.

ELENCO

MICHAEL T. WEISS E OLIVIA D’ABO: SEMELHANÇAS ENTRE AS VOZES DOS PROTAGONISTAS E SEUS PERSONAGENS – No caso de Michael T. Weiss e Olivia d’Abo, os dubladores de Tarzan e Jane, respectivamente, é difícil sabermos onde terminam os atores e começam os personagens.

Weiss, mais conhecido no papel de Jerod, o protagonista do popular seriado televisivo, The Pretender, tem uma presença forte que deixa transparecer sua inteligência e seu grande talento. Ele é econômico com as palavras, é loquaz através de seus atos, especialmente no que se refere à sua missão de vida de proteger o meio ambiente. Exatamente como Tarzan. “Michael tem uma energia animalística que realmente transparece no seu desempenho”, observa Motz. “Ele é tão entusiasmado em suas sessões de gravação que acaba incorporando fisicamente o personagem. Todo seu corpo assume as características de Tarzan, quase como se ele tivesse se transformado nele.”

A vida ficcional de Jane também tem paralelos com a de d’Abo durante sua infância. Enquanto Jane troca sua vida na civilização por uma casa na selva, d’Abo nasceu na Grã-Bretanha, mas sua família acabou criando raízes nas “florestas” de Taos, Novo México. “Jane é como um peixe fora d’água – e conheço muito bem essa sensação”, conta d’Abo, que conquistou notoriedade atuando no popular seriado televisivo, The Wonder Years. “Taos não tem nada de cidade grande e quando nós nos mudamos para lá era um lugar quase pré-histórico. Mas a experiência me deu uma visão de mundo muito rica, especialmente por ter crescido num ambiente onde eu era considerada minoria e tudo era tão interessante e diferente daquilo com o qual eu estava até então acostumada.”

Ambos os atores confessam uma predileção antiga pelas histórias e personagens de Edgar Rice Burroughs. Weiss agarrou a oportunidade de interpretar um dos heróis de sua infância e entrar para a história da animação Disney. “Vários foram os elementos que me atraíram nesse projeto: Disney é a última palavra no ‘mundo da animação’ e Tarzan é um ícone – é um grande galã”, conta Weiss, que perdeu para Tony Goldwyn o posto de dublador de Tarzan no longa-metragem original da Disney de 1999, mas dublou o herói no seriado televisivo. “O filme me deixou emocionado – era tão maravilhoso que me fez chorar. Ter a oportunidade de fazer parte de ambos os legados é uma honra.”

Na infância, d’Abo ouvia muitas histórias de Tarzan e ficava imaginando a si mesma no papel de Jane. Não é preciso mais do que uma conversa rápida com d’Abo para se ver as semelhanças óbvias entre a atriz e sua personagem. Ambas falam rápido e têm uma espontaneidade que é fruto de sua autoconfiança. “Como atriz, é raro termos uma oportunidade que exija tão pouco esforço”, explica d’Abo. “Durante meu teste, havia um parágrafo no roteiro no qual Jane se lança num fluxo de consciência, mudando de idéia várias vezes no meio de sua fala. Foi uma cena fácil pra mim, porque tudo que tive de fazer foi agir como eu sou.” “Ela é bem educada e essencialmente antiquada, mas está disposta a tentar qualquer novidade pelo menos uma vez. Adoro sua paixão pela vida e o fato de que ela não deixar aquele ambiente interferir em sua civilidade. Jane pode estar vivendo numa floresta, no meio de primatas, mas isso não significa que ela perderá seu chá das cinco.”
“O surpreendente em relação a Olivia é que, sob vários aspectos, ela realmente é Jane”, afirma Roth. “Olivia e Jane são lindas, têm o mesmo sotaque e ambas são delicadas, mas, ao mesmo tempo, meio atrapalhadas. Nós brincamos com ela, dizendo que ela não estava atuando, estava só sendo ela mesma. Seus desempenhos, no entanto, foram fantásticos – ela captou bem o coração, a alma e o humor de Jane.”

O personagem de Weiss em The Pretender também tem muitas semelhanças tanto com Tarzan quanto com o próprio ator – embora Weiss seja, obviamente, um homem com um pouco mais de experiência de vida. “Tarzan é um personagem maravilhoso porque é inocente e curioso acerca do mundo, mas ao mesmo tempo É forte e habilidoso – é divertido interpretar essas qualidades simultaneamente na mesma pessoa”, afirma Weiss.

Além do título de “Rei da Selva”, Tarzan também demonstra sua nobreza em outras áreas, segundo Weiss. Para o ator, o personagem é um “ambientalista exemplar”, uma qualidade importante para Weiss, considerando que há uma década ele trabalha como voluntário do Earth Communications Office. “Uma grande parte desse filme – e das histórias de Tarzan – contém mensagens ecológicas maravilhosas para as crianças”, conta Weiss. “É fantástico podermos, mesmo que sutilmente, oferecer através da animação lições significativas de preservação do meio ambiente.”

Como fã declarado das produções Disney, Weiss também teve o prazer de esbarrar com outros personagens da galeria dos estúdios em suas sessões de gravações. “Um dia, durante as gravações, tive o prazer de conhecer Mickey e Minnie”, conta Weiss acerca de seu encontro sobre os respectivos dubladores destas lendas, Wayne Allwine e Russi Taylor. “Foi muito divertido, mas, pensando bem, um pouco estranho. Quero dizer, Tarzan na companhia de Mickey e Minnie? Esse é mesmo um mundo pequeno.”

Embora tanto d’Abo quanto Weiss tenham construído suas carreiras em produções live-action, ambos apreciaram o desafio de dar vida a um personagem sem o contar com a “muleta” das expressões faciais e da linguagem corporal. “O segredo é nos concentrarmos nos nossos desempenhos de um modo diferente, mas como o personagem é muito divertido, não tive nenhum problema para me concentrar nem encontrar a energia necessária”, afirma d’Abo. “Geralmente, só preciso tomar um cappuccino e estou pronta para gravar. Houve ocasiões em que eu estava à beira de uma bronquite e achei que precisaria fazer um grande esforço, mas assim que entrava na cabine de gravação, incorporava totalmente Jane. Ela agora é uma parte de mim.” “É um desafio maravilhoso para um ator contar uma história e transmitir emoções apenas através da voz”, afirma Weiss. “Estou tão acostumado a atuar com meus olhos e com minha presença física que me senti como nos velhos tempos do rádio.”
“Tenho uma imagem do personagem na minha cabeça, de como ele caminha, seu cabelo caindo sobre o rosto, o modo como ele se movimenta feito um animal. Além disso, Tarzan é definitivamente um homem de poucas palavras e não é fácil transmitir todo um mundo de emoções em falas de uma única palavra, como ‘lá’ ou ‘gorilas’ ou ‘escute’. Mas adorei ir fundo no personagem.”

Após este longa-metragem da Disney Video Premiere e 39 episódios do seriado televisivo, os protagonistas acreditam fazer parte de um legado que será querido tanto pelos fãs dos livros e dos filmes de Tarzan, quanto pelos fãs da animação de todo o mundo. “Crianças de todas as idades vão adorar o filme, pois seus temas são realmente universais”, afirma Weiss. “Os personagens são ricos, complexos e divertidos. A trama é emocionante e repleta de aventuras e a história se passa na floresta, onde conversamos com animais – é tudo muito divertido.”
“Creio que as crianças irão amar TARZAN & JANE por se tratar de uma história muito verdadeira”, afirma d’Abo. “O roteiro é sincero, genuíno e hilário e inclui desde cenas ridículas e excêntricas a momentos muito românticos. Além disso, o relacionamento de Tarzan e Jane é mesmo muito romântico – às vezes, é meio piegas, mas eu também sou meio piegas, ora.”

TRILHA SONORA

A MÚSICA ACALMA A FERA SELVAGEM: PHIL COLLINS E MANDY MOORE NUM DUETO MEMORÁVEL – Como o filme original havia estabelecido um alto padrão de qualidade musical, os executivos musicais da Walt Disney Television Animation procuraram novos meios de criar uma trilha inspirada e criativa que complementasse a história de TARZAN & JANE à altura. Uma vez que o novo filme se concentrava sobre o relacionamento entre os personagens-título, a estratégia natural foi a procura de uma cantora para fazer um dueto com Phil Collins na nova versão da canção de sucesso do filme, “Two Worlds”.

Após longas considerações, a sensação pop Mandy Moore acabou sendo a escolha óbvia. “Procurávamos sem sucesso uma cantora que fizesse um belo dueto com Phil Collins… até ouvirmos Mandy”, conta Matt Walker, vice-presidente sênior da divisão musical da Walt Disney Television Animation. “Mandy tem uma jovialidade e vivacidade que eram fundamentais para caracterizar o relacionamento entre Jane e Tarzan nas canções. Ela tornou os números musicas de Jane maravilhosos.”

Cantora com três discos de sucesso (Mandy Moore, So Real e I Wanna Be With You), Moore conquistou a fama instantânea ao estrelar sua própria série na MTV, The Mandy Moore Show. Ela também teve um papel de destaque no longa-metragem da Disney de 2001, O Diário da Princesa (The Princess Diaries), e, recentemente, recebeu um MTV Movie Award de Melhor Atriz-Revelação como estrela de A Walk to Remember. Moore também foi escolhida para receber o prêmio “Super-Estrela do Amanhã” na cerimônia do Young Hollywood Awards de 2002. No próximo ano, será vista nas telonas em dois longas-metragens, incluindo Try Seventeen, ao lado de Elijah Wood. Moore foi incluída na lista das “50 Pessoas Mais Bonitas de 2002, da revista People.

Apesar de gravar a canção durante a campanha de lançamento de seu filme live-action, Moore encontrou tempo – e a energia e a emoção necessárias – para presentear o filme com uma interpretação das mais dinâmicas. “Foi um sonho trabalhar com Mandy”, conta Walker. “Para nós, ela era a escolha perfeita e sua interpretação nos deu provas disso.”

Segundo Moore, o material foi uma fonte fundamental de inspiração para seu desempenho. “A canção fala das comemorações do primeiro ano de casamento de Tarzan e Jane e de como eles mudaram a vida um do outro ao longo deste primeiro ano de convivência”, explica Moore. “É uma canção muito linda, com uma mensagem positiva.”

Outro fator que contribuiu para sua interpretação foi o fato de Moore ser grande fã dos filmes Disney e ter ficado muito feliz em integrar-se ao legado do estúdio – sem falar na oportunidade única de gravar um dueto com Phil Collins. “Os filmes Disney foram uma parte importante da minha infância”, conta Moore. “Eles são uma constante em nossas memórias de criança – sempre lembramos de tomar sorvete, brincar com as amigas e assistir aos filmes Disney. Eles são parte da infância de todos nós, e por isso, ter a oportunidade de ser parte de um deles foi um sonho que se tornou realidade.” “Além disso, ainda sou uma artista muito nova – ainda tenho muito que ralar na indústria fonográfica. Mas, com apenas 17, posso dizer que cantei com Phil Collins. Isso é uma das maiores realizações da minha carreira até agora.”

Moore canta o número solo que acompanha os créditos finais, “The Song of Life”, uma canção romântica, rítmica e alto astral composta por Don Harper e Mark Mancina, com letras de Harper. A música foi produzida por Walter Turbitt e Brian Rawling, a equipe de produção responsável pelos mais recentes lançamentos de Cher, Enrique Iglesias, Lionel Ritchie, Tina Turner e Rod Stewart, para citar apenas alguns. “A musicalidade, o profissionalismo e a atenção à minúcia de detalhes de Walter e Brian foram essenciais à concretização deste projeto”, elogia Walker. “Eles empregaram todo seu conhecimento e experiência adquiridos na indústria fonográfica para criar um ‘hino’ pop dançante que certamente vai estourar nas rádios.”

A equipe musical usou o material temático composto por Mark Mancini para o filme original, especialmente no tema de Jane.

CREDITOS

TARZAN & JANE
Baseado nas histórias de “Tarzan” criadas por Edgar Rice Burroughs
ELENCO
Tarzan
MICHAEL T. WEISS
Jane
OLIVIA D’ABO
Professor Porter /Robert Canler
JEFF BENNETT
Tantor/Merkus
JIM CUMMINGS
Terk
APRIL WINCHELL
Renard Dumont
RENE AUBERJONOIS
Greenly
GREY DELISLE
Nigel Taylor
ALEXIS DENISOF
Niels
JOHN O’HURLEY
Capitão Jerrold
PHIL PROCTOR
Eleanor
NICOLLETTE SHERIDAN
Hazel
TARA STRONG
Manu
FRANK WELKER
EQUIPE TÉCNICA
Produtor e Diretor Supervisor
STEVE LOTER
Produtores Executivos
BILL MOTZ & BOB ROTH
“TARZAN & JANE”
Dirigido por
STEVE LOTER
Roteiro de
BILL MOTZ & BOB ROTH

“BRITISH INVASION”
Dirigido por
DON MACKINNON
Roteiro de
MIRITH COLAO
Montadora da História
MADELLAINE PAXSON

“VOLCANIC DIAMOND MINE”
Dirigido por
VICTOR COOK
Roteiro de
JOHN BEHNKE
ROB HUMPHREY
JIM PETERSON
Montador da História
GARY SPERLING

“FLYING ACE”
Dirigido por
VICTOR COOK
Roteiro de
JESS WINFIELD
História de
JESS WINFIELD
DAVID BULLOCK
ADAM VAN WYCK

Elenco de Dubladores/Diretor de Diálogos
JAMIE THOMASON
Produtor Executivo da Trilha
MARK MANCINA
Trilha Original de
DON HARPER
DAVE METZGER
Montador
JOHN ROYER

Vice-presidente executivo, Walt Disney TV Animation
BARRY BLUMBERG
Presidente, Walt Disney TV Animation
DAVID STAINTON

“TWO WORLDS”
Música de
PHIL COLLINS
Interpretada por
PHIL COLLINS
Produção e Arranjos de
PHIL COLLINS e MARK MANCINA
Vocais Adicionais de
MANDY MOORE
“THE SONG OF LIFE”
Música de
DON HARPER e MARK MANCINA
Letras de
DON HARPER
Interpretada por
MANDY MOORE
Canção dos Créditos Finais Produzida por
WALTER TURBITT e BRIAN RAWLING
Arranjos de
WALTER TURBITT
MANDY MOORE
cedida pela Epic Records
Versão Cinematográfica Produzida por
DON HARPER
Coro
TRACY ACKERMAN
KAREN HARPER
RICHARD PAGE
DICK WELLS
SCOTT WOJHAN
“JANE’S THEME”
Música de
MARK MANCINA
WONDERLAND MUSIC COMPANY, INC.
Supervisora das Canções
TINA TREADWELL


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