CONTROVÉRSIAS DE A PRINCESA E O SAPO
O site do jornal britânico The Independent publicou um artigo sobre o caminho de polêmicas percorrido por A PRINCESA E O SAPO, o primeiro filme em animação 2D do estúdio desde NEM QUE A VACA TUSSA.
Uma das grandes jogadas do filme é que ele trará a primeira princesa afro-americana da Disney, fato que está rendendo discussões em grupos mais conservadores e dores de cabeça à Disney. A versão original de A PRINCESA E O SAPO (que se chamava na época A PRINCESA SAPO) teria como protagonista Maddy, uma criada negra que trabalhava para uma mimada debutante sulista. Maddy seria ajudada por uma fada madrinha que na verdade é uma feiticeira de vodu para ganhar o coração de um príncipe branco, após ele tê-la resgatado das garras de um mágico de vodu.
Os grupos politicamente corretos criticaram o primeiro tratamento da história, alegando que a personagem principal era um papel clichê que mostrava uma personagem negra como serva e com ecos de escravidão. Além disso, o nome Maddy soava muito como “Mammy” - nome empregado para chamar as escravas negras.
Temendo maiores protestos, a Disney reformulou o filme, mundando até mesmo o título e o nome da heroína. Esta agora se chama Tiana, um jovem de 19 anos que vive em um país que nunca teve uma monarquia. Ela deve viver “feliz para sempre” com um companheiro que não é negro - segundo rumores ele é do Oriente Médio e se chama Naveen. A etnia do vilão também teria sido supostamente mudada.
Apesar de todas as mudanças, o filme ainda está planejado para fazer sua estréia em 2009. Vale notar que o artigo adiciona um subtítulo (ainda não oficializado) ao filme: AN AMERICAN FAIRY TALE (Um Conto de Fadas Americano). Clique aqui para ler o artigo completo.
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